Lojista 429

13 Móbile Lojista 429 | Junho 2026 | Ano XLIV GAZIN É DESTAQUE NO GPTW A Gazin foi reconhecida no ranking Great Place to Work (GPTW) – Melhores Empresas para Trabalhar no Varejo, em cerimônia realizada em 18 de maio, em São Paulo. O levantamento avalia práticas de gestão de pessoas, clima organizacional e cultura corporativa entre companhias do varejo brasileiro. Segundo a gerente-geral de gestão de pessoas do grupo, Alessandra Guerra, o prêmio reflete um processo contínuo de valorização profissional. “Mais do que conquistar um selo, esse prêmio mostra que estamos construindo diariamente um ambiente onde as pessoas se sentem respeitadas, valorizadas e incentivadas a crescer”, afirma. Para o presidente do Grupo Gazin, Gilmar Alves de Oliveira, o reconhecimento confirma que crescimento e cultura organizacional podem caminhar juntos. “A Gazin cresceu sem abrir mão de seus valores, da simplicidade e do cuidado com as pessoas”, destaca. O GPTW apontou, ainda, que as empresas premiadas na edição apresentaram crescimento acima da média econômica nacional, com avanços em liderança e desenvolvimento interno de equipes. LOJAS MM ENTRE AS DEZ MELHORES PARA TRABALHAR A Lojas MM alcançou a 10ª posição na categoria grande porte do ranking GPTW – Melhores Empresas para Trabalhar no Varejo, em cerimônia realizada em 18 de maio, em São Paulo. A varejista paranaense integra o levantamento há quase 15 anos e, nesta edição, foi reconhecida por práticas de gestão de pessoas, desenvolvimento profissional e cultura organizacional. “Essa conquista pertence a cada colaborador que contribui diariamente com dedicação, comprometimento e resultados”, destacou a gerente de pessoas da empresa, Suzana Dionízio. O GPTW reconheceu 60 empresas nesta edição, de pequeno a grande porte. O levantamento apontou ainda que as mulheres representam 53% do quadro funcional das organizações premiadas. Na Lojas MM, esse índice chega a mais de 60%, com 40% dos cargos de liderança ocupados por mulheres. TOK&STOK FECHA LOJAS E ENFRENTA RECUPERAÇÃO JUDICIAL O Grupo Toky, controlador da Tok&Stok e da Mobly, entrou com pedido de recuperação judicial em 12 de maio, com dívida total de R$ 1,12 bilhão. No primeiro trimestre de 2026, a empresa registrou prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões. Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o grupo citou juros elevados, crédito restrito e queda no consumo como fatores que agravaram o endividamento. Em paralelo ao processo judicial, a rede iniciou o fechamento de lojas em diferentes regiões do País, oferecendo descontos de até 70% para acelerar a venda de estoques. A recuperação judicial não implica encerramento das operações – o mecanismo permite que a empresa continue funcionando enquanto negocia a reestruturação da dívida com os credores. O Grupo Toky contratou a consultoria Alvarez & Marsal para conduzir o processo. WESTWING REDUZ PREJUÍZO EM 90% A Westwing iniciou 2026 com sinais concretos de recuperação operacional. A receita líquida avançou 7,3% no primeiro trimestre, passando de R$ 33,4 milhões para R$ 35,8 milhões, enquanto o prejuízo líquido caiu de R$ 8,7 milhões para R$ 842 mil – melhora de 90,3% na comparação anual. A companhia acumula agora 15 trimestres consecutivos de expansão de margens. O EBITDA ajustado negativo recuou de R$ 8,2 milhões para R$ 3,2 milhões, com a margem avançando de -24,5% para -9,0%. O resultado posiciona a empresa cada vez mais próxima do ponto de equilíbrio financeiro, após anos de ajustes para enfrentar a desaceleração do e-commerce de casa e decoração no pós-pandemia. Em abril, os acionistas aprovaram redução de capital de R$ 60 milhões, sem cancelamento de ações, como parte da reestruturação financeira em curso.

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