Varejo no Nordeste tem inúmeras oportunidades

Especial na Revista Móbile Lojista analisou o panorama local e ouviu especialistas para saber se ainda há espaço para expansão

Publicado em 17 de agosto de 2015 | 8:30 |Por: Frances Baras

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Nem a concorrência e muito menos a crise tornaram o varejo no Nordeste pouco atrativo para novos entrantes ou para a expansão de redes que já começaram a se instalar nos Estados que formam a Região, reverenciada pelo seu potencial de consumo, principalmente quando de trata de móveis e eletrodomésticos.

Divulgação Via Varejo

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Registro da inauguração de uma unidade das Casas Bahia em Teresina, Piauí

A primeira entre as maiores redes de varejo a se instalar por lá foi a Casas Bahia, bandeira controlada pela Via Varejo. A expansão começou em 2009, segundo contou à reportagem o diretor de operações da empresa no Nordeste, Fábio Cantarizoni.

“Trata-se de um mercado estratégico para a empresa. Prova disso é que desde que abrimos a primeira loja na região, inauguramos uma média superior a uma unidade por mês”, justificou.

A rede paulista Magazine Luiza também mantém os planos de expansão, segundo o diretor-superintendente, Marcelo Silva. “Ainda há locais que comportam a existência de um Magazine Luiza”, avaliou.

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Divulgação Magazine Luiza

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Marcelo Silva: “Tem espaço para todo mundo. O varejo brasileiro em geral tem muito a crescer”

A região é prioridade, lembra Silva, desde a aquisição das Lojas Maia, migração concluída em agosto de 2014. A própria presidente da rede, Luiza Helena Trajano, sempre faz questão de enaltecer o potencial local, que teria uma demanda de consumo “de outro mundo”.

“Linhas de tecnologia têm índice de penetração mais baixo e essa demanda é uma oportunidade. Da mesma forma, falamos sobre a substituição de produtos com características mais avançadas, como as Smart TVs, refrigeradores com função frost free e lavadoras”, exemplificou Silva.

Pode diminuir, mas não vai parar

É o que pensa o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), Eduardo Terra. À Móbile Lojista, ele disse que ainda faz sentido que empresas vindas do Sul e Sudeste façam investimentos no varejo no nordeste.

“O planejamento dessa expansão que acontece agora é pré-crise. Com a diminuição do consumo, as redes podem até atrasar a abertura de lojas, mas não desistir.”

Confira a matéria completa dentro do Especial Nordeste na edição 319 da Revista Móbile Lojista.


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