Varejo cresce 0,5% em janeiro

Relatório SpendingPulse da MasterCard aponta que vendas no e-commerce aumentaram 7%, no comparativo com o mesmo período do ano passado

Publicado em 19 de fevereiro de 2015 | 16:23 |Por: Marina Werneck de Capistrano

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Ricomader/Morguefile

Regiões brasileiras apresentam diferentes números em relação ao varejo em janeiro/15

Regiões brasileiras apresentam diferentes números em relação ao varejo em janeiro/15

O SpendingPulse, relatório de vendas do comércio varejista brasileiro desenvolvido pela MasterCard, apontou crescimento de 0,5% do varejo em janeiro, excluindo os setores de automóveis e materiais de construção, se comparado com o mesmo período de 2014. O resultado ficou abaixo dos 0,9% de crescimento do último trimestre do ano passado, demonstrando a desaceleração nos gastos dos consumidores.

As regiões Nordeste (+1,5%) e Sul (+2,0%) apresentaram crescimento acima da média, enquanto Norte (+0,4%) , Sudeste (+0,1%) e Centro-Oeste (-0,3%) registraram aumento abaixo das vendas totais.

Os setores de farmácia e artigos pessoais ficaram acima do índice geral do varejo, enquanto supermercado, combustíveis, materiais de construção, móveis/eletrônicos, vestuário e vendas registraram avanço abaixo das vendas totais.

As vendas no e-commerce cresceram 7%, se comparadas ao mesmo período de 2014. As vendas on-line dos setores de móveis e vestuário apontaram aumento acima do índice geral, enquanto o setor de eletrônicos ficou abaixo do índice do setor.

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O indicador de confiança do consumidor caiu para 6,7% em janeiro e, segundo Sarah Quilan,vice-presidente sênior e diretora de Market Insights da MasterCard Advisors, “os níveis de incerteza no ambiente econômico podem continuar a afetar negativamente os resultados das vendas no varejo nos próximos meses”.

Segundo o Banco Central, os níveis de inadimplência se mantiveram estáveis, assim como o indicador de endividamento das famílias. De acordo com o relatório, os aumentos nos juros e nas taxas (IOF), combinados com a crise hídrica – que pode causar racionamento de energia e água – devem aumentar as preocupações econômicas e levar à redução dos gastos dos consumidores.

(com informações da assessoria de imprensa)


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