Tecnologia a favor dos varejistas

O ano de 2014 foi difícil para os varejistas, o mercado sofreu com eventos como a Copa e as eleições, aliar tecnologia pode ajudar a reverter o quadro

Publicado em 17 de outubro de 2014 | 15:09 |Por: Maria Heloisa de Miranda, equipe de conteúdo

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O que mais se ouve do varejo como um todo, é que o ano de 2014 foi difícil. Os motivos variam entre o fato de o país ter sediado a Copa do Mundo, e por ser ano de eleição presidencial, que também tem impacto no setor. Segundo o Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV) essa condição começa a mudar já em outubro. As vendas devem girar em torno de 3,1% esse mês, e de 2,8 em novembro.

Importante nesse momento é definir estratégias para alavancar em 2015. Algumas sugestões são: definir planos de crescimento, aperfeiçoar a gestão aliando a tecnologia e uso de métricas. Isso mesmo, seja para a gestão, para o crescimento ou mesmo para as vendas, com os avanços da tecnologia o uso das métricas se torna essencial.

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Caio Camargo, gerente comercial da Virtual Gate, empresa de tecnologia de contagem de fluxo de pessoas, acredita que muitos varejistas ainda desconhecem o que é essencial ao ponto de venda. “Nunca precisamos tanto da tecnologia para viver e nunca fomos tão utilizados por essa mesma tecnologia para gerar dados”, explica. Camargo defende que esses dados devem beneficiar o varejista, já que são uma ferramenta para conhecer melhor o cliente, e facilita o investimento em soluções de acordo com as necessidades do consumidor, cada vez mais exigente e mais conectado.

Como lidar?

A necessidade da adoção de sistemas de análise e pesquisa, para identificar o comportamento do novo consumidor cresce na mesma proporção que as empresas do setor varejista. Aliado as novas tecnologias, o consumidor está sempre buscando vantagens e diferenciais, essa característica implica no desafio do varejista: se reinventar e também adotar a tecnologia (de informação e de gestão) para se tornar atraente.

O mercado, cada vez mais competitivo e desafiador gera novas condutas na hora de atrair e conquistar consumidores. Estratégias como rever custos, a logística, a forma de expor os produtos, entender o perfil dos clientes, as estratégias de preço, de promoção, propaganda, operação das lojas, integração entre os canais digitais e as filiais são algumas ideias.

Tecnologia como aliada

Divulgação

Consumidor e tecnologia

A tecnologia é também uma aliada do consumidor no processo de compra

Mas o que vem ganhando espaço mesmo, é a utilização das tecnologias como aliadas dos lojistas. Avaliar as estratégias de marketing a partir do fluxo de clientes nas lojas é só uma delas que possibilita descobrir quantas dessas visitas foram convertidas em vendas. Com a tecnologia do cruzamento de informações, o varejista tem uma visão mais ampla dos pontos que necessitam de correções, de modo que a loja bata todas as metas estipuladas, através da substituição das ações insatisfatórias.

Heloísa Cranchi, diretora geral da Virtual Gate, explica que uma análise de potencial máximo de negócio, tem que considerar a tríade: Índices de Fluxo de Clientes – Taxa de Conversão – Valor Médio de Cupom, porque isso gera um relatório completo da loja, e revela seu potencial de crescimento e lucro. “O fundamental é identificar o valor médio de cada indicador e elevar o índice de cada loja que está abaixo desse ponto. Com isso, é possível expandir o faturamento mesmo sem a abertura de novas lojas” afirma.

Saber quais são as áreas quentes da loja (onde há mais concentração dos clientes) e onde há menos movimento nesse sentido, permite repensar o posicionamento dos produtos que precisam de um maior giro. “Por meio da Hot Zone é possível obter uma análise da concentração de passagens de pessoas em determinada área da loja com uma diferenciação gradual da maior (“quente”), para a menor (“‘fria”), além de tempo médio de permanência nas áreas monitoradas”, explica Heloísa.

A tecnologia de contagem de fluxo de pessoas se apresenta como uma solução para uma visão mais panorâmica do negócio, com indicadores que permitem analisar o impacto de uma alteração do layout interno da loja, por exemplo. E a oportunidade de melhorar a experiência de compra, aumentando o faturamento, explorando todo o potencial do negócio.

(com informações da assessoria de imprensa)


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