Especialista comenta tecnologia aplicada ao varejo

Com o consumidor mais informado e conectado, é preciso buscar soluções tecnológicas que possam melhorar a sua experiência

Publicado em 3 de fevereiro de 2015 | 15:20 |Por: Frances Baras

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Divulgação

Tecnologia Varejo

Para o profissional, a tecnologia não precisa ser inacessível. É preciso que o varejista saiba identificar oportunidades e parceiros

Não há mais como dissociar varejo físico e varejo virtual. Quem chama a atenção para isso é Caio Ribeiro, sócio-diretor da francesa Itelios no Brasil, especializada no desenvolvimento de plataformas para o comércio digital, ao dividir as suas impressões sobre o que foi visto durante o NRF 2015, especialmente no que diz respeito à tecnologia aplicada ao varejo.

Ao falar sobre o Brasil, o consultor é enfático: “O País tem realidades bem distintas – temos o pequeno varejo e atores que são tão bem preparados como os que estão em qualquer lugar do mundo”, avalia.

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Mas o uso da tecnologia, hoje tão importante para encontrar soluções de venda e atendimento ao cliente, nem sempre é sinônimo de alto investimento, alerta Ribeiro. Portanto, pode sim, estar ao alcance de todos em alguma proporção.
“O mais importante é o varejista conseguir buscar soluções coerentes para o seu negócio e parceiros habilitados a entender como criar uma escala de maturidade tecnológica ao longo do tempo”, explica.

Diferenciais competitivos

Para Caio, com um consumidor cada vez mais presente nos meios digitais, qualquer ação bem estruturada que crie “interfaces para acompanhar o consumidor nessa jornada” significa criar diferenciais competitivos.

“É interessante, por exemplo, ter um canal de comunicação que indique o estágio em que se encontra o pedido; um catálogo eletrônico que mostre o produto com riqueza de detalhes para criar uma experiência impactante no processo de decisão de compra”, detalha.

“O cliente pesquisa no buscador, encontra conceitos em blogs e revistas especializadas, consulta os amigos nas redes sociais, visita a loja via site, conhece o produto e conclui a compra em algum dos canais disponíveis. A experiência do cliente não tem mais fronteiras e a relação com a marca deve ser contínua, relevante e impactante”, finaliza.


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