Lojas taQi: multicanalidade nata

Com expertise adquirida por meio da APR iPlace, a rede de móveis e eletros já pratica de forma bem natural a questão do omnichannel

Publicado em 1 de setembro de 2015 | 9:00 |Por: Marina Gallucci

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Cresce participação de vendas em e-commerce via dispositivos móveis

A integração entre os canais e convergência entre eles no uso dos consumidores sempre foi comum na lojas taQi e na ARP iPlace

Encerrando a série de matérias sobre como o varejo de móveis está se preparando para a questão da multicanalidade – tema abordado em matéria da Revista Móbile Lojista 320 -, o vice-presidente do Grupo Herval e diretor das redes taQi e APR iPlace, Germano Grings, relata a experiência dentro das redes. Para ele, o omnichannel tem acontecido de forma bem natural nas duas bandeiras.

Em entrevista, Grings aponta que um diferencial para conquistar essas características, de forma espontânea, em ambas as frentes de varejo sob sua direção, pode ter sido o fato de que mesmo que dentro da loja, o vendedor que usar a “pontocom” para vender ganha comissão. “A empresa abre mão de ter uma rentabilidade um pouco maior, para que ele veja a pontocom como aliada”, teoriza.

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Além disso, comenta, é comum o cliente comprar online e retirar na loja, comprar por catálogo virtual e optar que a entrega também no ponto físico ou ainda na sua casa. “As possibilidades são muitas dentro da multicanalidade e nossos sistemas estão integrados para que isso tudo funcione da maneira correta. Sempre trabalhamos dessa forma.”

Ele acrescenta, no entanto, que esse modelo de trabalho só foi possível devido ao uso de boas plataformas, que permitiram a integração fácil entre o online e offline nos dois varejos. “Às vezes, o que parece simples, pode não o ser se caso não haja um bom sistema por trás dos processos. Isso é um ponto muito importante.”

No entanto, na integração das informações para perfis do cliente e formas de identificá-lo e direcionar atendimento também no ponto físico é visto com cautela pelo diretor – seja para o envio de mensagens para dispositivos móveis do cliente ou o uso de aparelhos mobile pelos vendedores. “Temos que analisar como fazer isso sem se tornar invasivo. No e-commerce é mais fácil, mas no físico além de criar o hábito do vendedor abastecer esse banco de dados tem que cuidar na hora da abordagem. Como vou identificar quem é a pessoa?”, lança a questão.


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