Conheça o novo sistema de montagem da Telasul

Depois de dois anos de estudo, marca lança cozinhas de aço com menor número de componentes de fixação e redução do tempo de montagem

Publicado em 25 de junho de 2015 | 8:30 |Por: Marina Gallucci

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Divulgação/Telasul

“Como esteticamente – ou seja, aquilo que o consumidor final enxerga – tem pouca diferença, essa mudança é pensando em promover uma transformação de percepção de qualidade que o lojista tem em relação à Telasul”, afirma Gregol

“Como esteticamente – ou seja, aquilo que o consumidor final enxerga – tem pouca diferença, essa mudança é pensando em promover uma transformação de percepção de qualidade que o lojista tem em relação à Telasul”, afirma Gregol

Com o intuito de facilitar a “vida” do lojista, a fabricante de cozinhas de aço Telasul, de Garibaldi (RS), desde o início do mês de junho está disponibilizando ao mercado as linhas de 35 cm – das cozinhas Cristal, Novitá e Esmeralda – com uma nova estrutura de montagem.

A novidade é resultado de dois anos de pesquisa, envolvendo a área de engenharia e o comitê de inovação da Telasul – grupo multidisciplinar que reúne periodicamente pessoas de todas as áreas da fábrica, inclusive as que não têm envolvimento diretamente com desenvolvimento de produto.

“Pesquisamos protótipos de produtos estrangeiros e também do País – na tentativa de valorizar o que mercado interno já tem para oferecer de bom. Foi um trabalho que envolveu muito desenho em sua concepção, a ideia era quebrar paradigmas de montagem”, conta o coordenador de Marketing & Inovação da Telasul, Lucas Enrico Gregol.

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Entre as mudanças estão: a redução no tempo de montagem e do número de componentes de fixação, alteração no sistema de encaixe dos pés, melhorias estéticas através da diminuição de furos laterais, melhoria nas corrediças, novos calços das dobradiças, e novo sistema de encaixe interno de prateleiras.

“Temos uma redução de tempo de montagem em cerca 20%, e o número dos componentes de fixação, dependendo do módulo, a diminuição chega a 25% a menos de itens. Já os furos laterais, no paneleiro, por exemplo, foi de 12 para quatro furos – então conseguimos diminuir quase em 70% o número de furações”, explica Gregol.

O coordenador da Telasul ainda garante a possibilidade de furação caso precise ser usado com a modulação antiga. “Era uma premissa básica, ou do contrário não teria como mudar”.

Gregol enaltece que sem investimentos essas mudanças não seriam possíveis. “As matrizes são novas, pois no aço elas não são tão simples de mudar. Se não houvesse investimento de compra de novas máquinas, teria de parar para trocar todas as ferramentas e mudar os códigos de engenharia. Então só foi possível a partir desse investimento, feito mais pro final do ano passado”, afirma.

Apesar de não dividir os valores exatos do investimento, a Telasul garante que “foram milhões de Reais”, importantes de serem destacados, segundo Gregol, nesse momento de instabilidade econômica. “Falo isso, pois tem pouca gente investindo. Ano passado fizemos esse de fábrica e, em 2015, teremos em mídia em uma proporção que a Telasul nunca fez. Não dá para ficar parado porque o mercado não está bom, temos que oferecer, de fato, soluções e fazer ações diferentes”, explica. Ele acrescenta que a mudança promoveu ainda redução de custos, importante nesse momento.

E-commerce
Quando indagado sobre se as mudanças também preveem as necessidades do e-commerce, Gregol garante que sim. “Hoje estamos crescendo demais nesse nicho. Temos um site prestes a se tornar o nosso terceiro maior cliente”. Nesse sentido, as mudanças foram pensadas nos consumidores desavisados sobre como funciona a montagem em sites de e-commerce, que fica sob a responsabilidade de quem compra. “Eles sempre ligam para fábrica pedindo ajuda. A gente partiu de um sonho de que o consumidor possa quase montar sozinho. E, quem tem mais jeito, com certeza consegue.”

Gregol conta que estão sendo produzindo vídeos com o processo de montagem, em que o consumidor poderá acessar por meio de um código presente nas embalagens. “E isso é uma tendência, conforme o mercado amadurece, o consumidor conquista essa autonomia”, garante o coordenador da empresa, que, segundo ele, cresceu esse ano, em comparação com 2014, 50% nas vendas para o vareja digital. “Muito acima da média do varejo convencional”, encerra.


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