Rio Grande do Sul é destaque no mobiliário brasileiro

O mobiliário produzido no Rio Grande do Sul se coloca, devido à sua tradição, ligeiramente à frente do grande momento das tendências e de quando se fala em inovação.

Publicado em 8 de abril de 2014 | 11:56 |Por: Marina Gallucci

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A expressão em francês “avant-garde”, que encabeça o especial publicado pela revista Móbile Lojista 304, tem como significado literal “a guarda avançada ou parte frontal de um exército”. E é esse status que a “marca” móvel gaúcho carrega ao adentrar os mercados Brasil afora.

O mobiliário produzido no Rio Grande do Sul se coloca, devido à sua tradição, ligeiramente à frente do grande momento das tendências e de quando se fala em inovação. A produção modulada e de planejados, sobre os quais se defende o pioneirismo gaúcho, segundo as fontes entrevistadas, estão aí para provar essa teoria.

Divulgação Senai-Cetemo

Especial Móvel Gaúcho

Centro Tecnológico do Mobiliário do Senai (Cetemo) presta assessoria à cadeia moveleira do Rio Grande do Sul há 30 anos

 

Em relação ao móvel em si, apesar da diversidade dos modelos de produção em cada região moveleira do Estado, existem algumas predominâncias: o formato de produção seriada e a utilização da madeira como principal material, que se somam aos dados que apontam um maior volume dos móveis para dormitórios entre a gama de linhas desenvolvidas pela indústria gaúcha.

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Os números, segundo índices do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi), mostram que os móveis seriados respondem por 69,4% do contingente das empresas gaúchas, seguido pelos modulados (15,9%), planejados (9,4%) e móveis sob medida (5,3%). O Rio Grande do Sul também é o maior estado produtor de móveis do País, com 92 milhões de peças em 2012 (último dado disponível), incluindo colchões, o que representa 18,6% de todo volume nacional.

A Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs) estima que atualmente 85,3% das empresas gaúchas produzem móveis de madeira, 8,7% móveis de metal, 5% outros móveis e 1% colchões. Além disso, segundo a entidade, 48,6% da linha de produção é de móveis para dormitórios, seguido de móveis para salas de jantar – 26,8%, e mobiliário escritório – 15,3%.

O mestre em Engenharia de Materiais do Centro Tecnológico do Mobiliário do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/Cetemo), Renato Bernardi, afirma, em relação aos materiais, os acessórios e os produtos de embalagem utilizados pela indústria moveleira, “que eles são os mesmos para todos. O diferencial está na profissionalização”, diz.

Confira essa reportagem completa na edição 304 da revista Móbile Lojista.


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