Representante comercial movimenta o mercado moveleiro

Independente do produto, o representante comercial é responsável por grande parte do movimento no mercado lojista – do Oiapoque ao Chuí

Publicado em 4 de maio de 2014 | 10:09 |Por: Jorge Mariano

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Todo mundo precisa comprar e vender. São atividades que movimentam a sociedade e estão presentes no convívio humano desde que o homem é homem. “O representante comercial vai onde ninguém mais vai”, afirma o presidente do Conselho Regional dos Representantes Comerciais do Distrito Federal (Core-DF), Francisco das Chagas Almeida. Segundo ele, apenas na capital federal, 70% de tudo que é comercializado tem intermédio de um representante.

Além de ser peça-chave na atividade comercial, esse profissional garante segurança às marcas que representa. De acordo com Almeida, para ter o registro do Core, é preciso apresentar diversas certidões e documentos para comprovar a idoneidade do profissional.

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Ivo Lima/Fecomércio PR

Paulo Nauiack: representantes são responsáveis pelo comércio de mais de 70 mil marcas no Brasil

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Para esclarecer mais dúvidas sobre a atividade, a Móbile Lojista conversou com o vice-presidente do Conselho Federal dos Representantes Comerciais e presidente do Core/PR e do Sindicato dos Representantes Comerciais do Paraná (Sirecom-PR), Paulo Nauiack. Confira a seguir.

Móbile Lojista – Como está o cenário da representação comercial no Brasil?
Paulo Nauiack – Os representantes vendem de cotonete a avião. Hoje, na base do Sirecom-PR, temos aproximadamente 20 mil representantes comerciais registrados. É um número bastante expressivo, mas eu diria que temos talvez um igual número de não registrados. Nossa grande luta é trazê-los para a formalidade. Quem contrata um representante comercial, deve buscar um profissional formalizado, com registro no sindicato e no Core. Não seria surpresa dizer que os representantes se envolvem na comercialização de mais de 50% do PIB. Apenas no Paraná, eles consomem R$ 300 milhões em combustível por ano. São R$ 100 milhões em tributos deixados na boca da bomba.

Que cuidados devem ser tomados por empresas e representantes?
Nauiack – Procurem entender a lei. Nos sites dos sindicatos e dos conselhos regionais e federal há todas as informações sobre legislação e contratos. A contratação e formalização por meio de um documento escrito evita transtornos, principalmente na hora de rescindir. Costumamos dizer que o problema não se dá na hora de contratar e sim na hora de romper essa relação.

Confira a entrevista completa na edição 305 da revista Móbile Lojista.


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