Copa do Mundo: Ponto de venda verde e amarelo

Seis em cada dez empresários não fizeram e nem vão fazer mudanças ou investimentos no próprio negócio em função da Copa do Mundo

Publicado em 9 de junho de 2014 | 14:03 |Por: Marina Werneck de Capistrano

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Em todo o País, 56% dos empresários do ramo de comércio e prestação de serviços têm a expectativa de aumentar suas vendas no período da Copa do Mundo. O dado foi publicado em pesquisa realizada, em abril, pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).

Divulgação Movelaria Paranista

Cadeira Camaleão, modelo Copa da Movelaria Paranista

Cadeira Camaleão, modelo Copa da Movelaria Paranista

A preparação dos empresários para o evento também foi alvo do estudo. Seis em cada dez (63%) empresários entrevistados não fizeram e nem vão fazer modificações ou investimentos no próprio negócio em função do campeonato mundial. Dois em cada dez (19%) pretendem se preparar, mas ainda não começaram, e 18% já estão prontos. Entre os que mais se organizaram ou pretendem, estão os empresários de Fortaleza (81%), seguidos por Recife (72%) e Salvador (59%).

Importância do PDV caracterizado

O ponto de venda (PDV) de um produto ou de um serviço é de extrema importância porque, além de ser o local onde se expõe o que se quer vender, é onde o shopper tem contato com os mesmos e pode realizar as comparações pertinentes. De acordo com especialistas em marketing, o shopper, diferente do consumidor comum, é o cliente que pensa, pondera e decide sua compra. Além disso, avalia criteriosamente vários aspectos e sofre influência do PDV.

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“O planejamento para este evento – se não foi feito ainda – está muito atrasado”, sinaliza o sócio-diretor da Sollo Direto ao Ponto, Marcelo Murin. Mas, segundo ele, ainda dá tempo: “o mais simples e rápido de se realizar agora é trabalhar na decoração das lojas e implementar alguma ação promocional que tenha vínculo com o tema”.

Divulgação provar/fia

“Quando você investe em um processo de comunicação visual, a tendência é que se criem raízes em uma cultura de servir”, diz Jaércio Barbosa

“Quando você investe em um processo de comunicação visual, a tendência é que se criem raízes em uma cultura de servir”, diz Jaércio Barbosa

Segundo o professor do Programa de Administração de Varejo Provar/FIA, Jaércio Barbosa, os lojistas começam a fazer o planejamento da comunicação visual da loja ou a implantar essa comunicação visual diferenciada logo após o Dia das Mães, e o varejista deve estar atento para fazer esta transição.

A consultora do Sebrae/PR, Marielle Rieping, afirma que o lojista pode ser um “animador” e apostar no visual merchandising [técnica de trabalhar o ambiente do ponto de venda], como por exemplo, apostar no treinamento e motivação da equipe – que é essencial. “Ela precisa estar alinhada com as vendas que vão existir pré, durante e, até mesmo, pós-evento. O lojista precisa saber no que apostar. E isso vai depender do seu tipo de loja, produto e, principalmente, público. Ainda é possível desenhar uma estratégia para este período, sem dúvida”, explica.

Confira essa reportagem completa na edição 307 da revista Móbile Lojista.


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