Mudança no mobiliário: Cama ou box?

Inovação dita tendência e mudança no mobiliário. Segundo Iemi, produção de cama recuou 0,5% nos últimos cinco anos, enquanto camas-box aumentou 22,4%

Publicado em 14 de setembro de 2015 | 8:30 |Por: Júlia Magalhães

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Divulgação Reveev - Littleflex

Mudança no mobiliário

Colchão Esplendido, da Reveev – Littleflex

A Móbile Lojista 321 conta com matéria relevante sobre mudança no mobiliário e hábito de compra do consumidor. Segundo estudos do Iemi – Inteligência de Mercado, nos últimos cinco anos, a produção de cama de casal e solteiro recuou 0,5%. Já as camas-box, houve um aumento de 22,4% (entende-se por cama-box apenas o suporte para o colchão).

O diretor do Iemi, Marcelo Prado, explica que esse movimento começou no Brasil há cerca de sete anos, mas se intensificou à medida que o avanço tecnológico permitiu que os box se disseminassem para todos os poderes de compra. “Hoje há produtos com tecnologias avançadas de molejo a preços populares.” Ao longo dos anos os box apresentaram grande apelo de inovação com soluções inteligentes e avançadas, como as molas ensacadas, combinações de materiais de espuma ou na forração do produto – o que tirou uma fatia do mercado que era ocupada pelas camas tradicionais de madeira com colchões de espuma comum, avalia o diretor.

Divulgação Ecoflex

Mudança no mobiliário

Maquete do colchão Eco Sensitive, da Ecoflex mostra o avanço tecnológico do produto

O processo está se consolidando. Hoje esta tecnologia de molas ensacadas vem associada à norma nova (densidade dos colchões). “E caminhando junto a isso, se tem o Petfom [Produto PET Reciclado e 100% Reciclável] e outras soluções de composição para substituição da própria espuma.” Assim, antecipa o diretor, haverá uma disputa de tecnologias.

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Comportamento
A consultora em design no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Arapongas (Senai-PR), Claudia Lourdes Basso Melges Lens, frisa que flexibilidade é uma das palavras chave da atualidade. “As indústrias têm se atentado de forma mais significativa para o comportamento do consumidor, várias ações apontam para esse despertar.”

Uma forma bastante interessante de acompanhar a evolução das tendências é olhar para outros setores ligados direta ou indiretamente, aconselha. “Quando falamos de móveis, todo movimento do setor da construção civil deve ser considerado, por exemplo, a forma como se divulgam a composição dos móveis nos espaços interiores em mostras, feiras, revistas, e até mesmo nos espaços decorados das construtoras.”

Claudia frisa que esses meios ditam tendência para o setor de móveis. “Mesmo que, na maioria das vezes os ambientes são como se fossem a passarela da moda, ou seja, nem tudo é interessante no dia a dia ou acessível, devemos fazer a leitura e traduzir para a nossa realidade, transformando o sonho do consumidor em realidade.”

Leia matéria completa na Móbile Lojista 321 que em breve estará em circulação.
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