Investir no representante comercial é importante

A partir de dificuldades apontadas, especialista dá dicas de como o profissional deve agir e de como empresas e indústrias podem se beneficiar com uma equipe motivada

Publicado em 10 de abril de 2014 | 13:09 |Por: Marina Werneck de Capistrano

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A profissão de representante comercial vem sofrendo várias mudanças ao longo do tempo. Com tantas transformações no mercado de trabalho, este profissional está aos poucos se adaptando às necessidades e absorvendo novas atividades. Porém, a classe ainda tem muitas reivindicações e sugestões visando o melhor aproveitamento desse canal entre indústrias e lojistas.

A Revista Móbile Lojista conversou com representantes comerciais do setor moveleiro de várias regiões do Brasil sobre as dificuldades encontradas na profissão e, a partir delas, solicitou a um consultor que apontasse caminhos e soluções para alguns dos empecilhos enumerados.

Entre as reivindicações da categoria, estão a falta de suporte, treinamento e investimento no representante comercial. Outros problemas são as baixas comissões, altos impostos e custos de trabalho. Ainda foram relatadas situações difíceis, como falta de união da classe e a contratação de profissionais irregulares, ou seja, sem o registro no Conselho dos Representantes Comerciais (Core).

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Divulgação Sebrae

Marielle Rieping, consultora do Sebrae

Marielle Rieping, consultora do Sebrae, avalia que quanto maior o acesso ao produto a oferecer para o mercado, melhor é o resultado

A consultora do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/PR), Marielle Rieping, comenta que o treinamento nem sempre é uma obrigatoriedade da empresa ou indústria. “Caso haja algum produto técnico, sim. O treinamento é considerado um benefício que auxiliará a empresa a vender ainda mais, por meio de seus representantes. Afinal, é muito difícil vender algo que não se conhece, ou não se confia. Por isso, muitas empresas investem em treinamento para seu cliente externo”, diz.

Marielle afirma que o representante também precisa acreditar e comprar a ideia antes de repassar aos seus clientes. “Ou seja, quanto maior o acesso ao produto e serviço que vai oferecer ao mercado, melhor. Porém, ele também poderá fazer seu papel, buscando informações pela internet ou até mesmo enviando questionamentos à indústria”, pondera.

Confira essa reportagem completa na edição 304 da revista Móbile Lojista.


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