IAV-IDV projeta crescimento de 3,9% nas vendas do varejo em abril

Setor de bens duráveis tem projeção de crescimento de 2,9% para o próximo mês

Publicado em 25 de março de 2017 | 12:00 |Por: Érica da Costa Diniz

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O Índice de Antecedente de Vendas do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IAV-IDV) de fevereiro fechou com queda real (já com a inflação) de 2,3%, em comparação com o mesmo período do ano passado. O setor prevê a continuidade do resultado negativo em março, mas em número menor, com queda nas vendas de 1,1%.

Para os meses de abril e maio a previsão é de crescimento, sendo 3,9% e 3,1%, respectivamente, na comparação anual. O IAV-IDV antecipa de 30 a 40 dias a tendência de resultados da Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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IAV-IDV

A recuperação da confiança dos consumidores e a retomada do crédito continuam sendo os principais desafios para setor de bens duráveis

O setor de bens duráveis, que inclui móveis, eletrodomésticos, veículos, teve queda em fevereiro de 1,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. A recuperação da confiança dos consumidores e a retomada do crédito continuam sendo os principais desafios para o segmento. A projeção dos associados para os próximos meses é de crescimento de 5,6% em março, 2,9% em abril e 6,3% em maio.

O setor de semiduráveis, que inclui vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, apresentou, em fevereiro, queda de 2,0% na comparação anual. A expectativa para os próximos meses é positiva, sendo 5,6% em março, 2,4% em abril e 7,4% em maio, sempre em relação aos mesmos períodos do ano anterior.

O segmento de bens não duráveis, que responde em sua maior parte pelas vendas de super e hipermercados, foodservice, drogarias e perfumarias, apresentou queda de 2,6% nas vendas realizadas em fevereiro, na comparação anual. As projeções futuras sinalizam decrescimento de 4,6% em março e crescimento de 4,6% em abril e 1,21%, em maio.

Vendas de bens duráveis tem retração em 2016 

A inflação acumulada dos segmentos em 12 meses, em janeiro de 2017, segundo o IBGE, foi de 0,6% para os duráveis, 3,3% para os semiduráveis e 5,02% para a categoria de bens não duráveis.

(com informações de assessoria)


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