Grupo Manica: Pequenas origens, grandes resultados

Grupo começou com uma unidade no interior do Paraná e hoje tem 85 lojas, fábrica de móveis, além da atuação no e-commerce e transportadora própria. Mesmo assim, a empresa tenta manter “aquele jeito de cidade pequena” ao tratar o cliente

Publicado em 18 de junho de 2014 | 13:08 |Por: Renata Bossle

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Em 1991, o empresário rural Cezer Augusto Manica decidiu investir no comércio de móveis e eletros e adquiriu a então Móveis Brasil na cidade de Corbélia (PR). Nascia assim a Manica que já nos anos seguintes começou sua expansão. As Lojas Manica tornaram-se Grupo Manica e hoje tem unidades de negócio que faturam mais de R$ 210 milhões de reais ao ano. Entre as metas para 2014 está a expansão em todas as suas frentes de negócio

Móbile Lojista – Quando você decidiu investir na Móveis Brasil e criou a Lojas Manica foi pensando nas oportunidades que o varejo oferecia?
Cezer Manica – Sempre tive a intenção de ter alguma coisa voltada ao comércio para investir em uma forma de ganho diferente, mas não sabia muito em qual ramo entraria. E, para falar a verdade, quando me fizeram a proposta de compra da loja na primeira vez, eu neguei. O meu negócio era mais fazenda, lavoura, essas coisas. A loja era de um amigo, ele ficou seis meses me oferecendo e eu negando. Depois de tanta insistência, fiz uma proposta e ele aceitou. Isso aconteceu em 1991, e foi uma atividade que começou meio sem querer.

Divulgação/Manica

Manica tem entre as metas aproximar mais os funcionários da empresa: “está no nosso jeito de ser gostar e ter orgulho de fazer parte da equipe”, diz o fundador Cezer Manica

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Quando começou a expansão da Manica e qual o tamanho da rede de lojas atualmente?
Manica – Nos anos de 1993 e 1994 começamos a abrir filiais. É importante lembrar que eu mantive o nome Móveis Brasil ainda por cinco anos depois da compra e só depois mudei para Manica. Desde aquela época trabalhamos com todas as linhas de móveis, inclusive modulados e planejados, além de eletrodomésticos. Hoje, atuamos no Paraná e em uma parte de São Paulo, com 85 lojas.

Os Estados de São Paulo e Paraná têm grande concorrência. Como a Manica lida com isso?
Manica – Percebo que hoje está tudo muito nivelado de uma loja para outra, quando falamos em produto, preço ou estilo de propaganda. Acredito que a diferença hoje está nas pessoas que ficam lá, na ponta, que fazem o negócio acontecer.

E como fazem para manter a equipe motivada?
Manica – Temos estratégia mensal em relação às premiações, e fazemos reuniões periódicas com gerentes nas regionais, além de treinamentos. Também trabalhamos para que os gerentes repassem as informações aos vendedores, principalmente que todo detalhe é importante – como por exemplo, não esquecer a luz acesa e economizar material, não gastar na
montagem, além da importância de não trocar muito a equipe, porque gera gastos e impacta no atendimento.

Confira a entrevista completa na edição 307 da revista Móbile Lojista.

 


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