Meta da Gazin é chegar ao final de 2016 com 1000 lojas virtuais

Gazin Atacado aposta na iniciativa Parceiro Online para beneficiar o pequeno e médio varejo que quer ingressar no universo virtual

Publicado em 6 de maio de 2016 | 10:00 |Por: Cleide de Paula

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A força do e-commerce se torna cada vez mais evidente. Basta levantar os números das principais pesquisas sobre o crescimento do comércio eletrônico do País. Um deles, apresentado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), aponta que o setor deve expandir 18% em relação a 2015 e faturar R$ 56,8 bilhões. A Gazin Atacado enxergou esse fato e deu vida a uma nova ação: a Parceiro Online. A empresa oferece a oportunidade aos seus clientes de pequeno e médio porte de ter sua própria loja virtual, por meio de uma parceria de negócios e estrutura com a marca.

Segundo Wesley Alves, gestor de marketing e e-commerce da Gazin Atacado, a marca sempre busca oferecer novos serviços e estar mais próxima das necessidades das lojas. “O e-commerce ainda é visto como um ‘vilão’ pelo varejo físico, mas na verdade o setor pode se beneficiar da atividade”, ressalta.

Implantado pela empresa no ano passado, o serviço consiste na montagem da loja virtual para o parceiro e prestação de serviços de consultoria para a operação do negócio. “Há sempre dúvidas sobre frete, logística reversa, margem de lucro, entre outros”, enfatiza Alves.

Um dos diferenciais é o custo atrativo do serviço, disponível em vários planos de adesão, além do lojista não se preocupar com estoque – utiliza o da Gazin. O varejo escolhe quais produtos da marca quer revender e a empresa disponibiliza-os em sua página. “O consumidor escolhe o produto, o lojista recebe o pagamento e a Gazin fatura o pedido”, explica o gerente. Esse sistema, de acordo com Alves, inclui também empresas fabricantes parceiras da Gazin para que a nova loja possa oferecer vários tipos de produtos.

A plataforma utilizada para o serviço oferecido pela Gazin é da Amazon, que segundo Alves, é uma das melhores do mundo. “O intuito é garantir o pleno funcionamento de todas as lojas virtuais de nossos parceiros”, salienta. O sistema permite ainda a integração com vários meios de pagamento e com o Mercado Livre.

O projeto está sendo bem-sucedido, segundo dados da empresa. Até o final do ano passado, havia 170 lojas online em operação. Até o momento, de acordo com o gerente, há cerca de 450. E a intenção é atingir mil pontos de venda eletrônicos até o final de 2016. (Leia matéria completa na Móbile Lojista 328)


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