Flex do Brasil espera aumentar as vendas de colchões em até 10%

Fabricante de colchões de mola avalia que o mercado estará mais estável em 2018 e aposta na expansão dos negócios

Publicado em 22 de novembro de 2017 | 16:12 |Por: Thiago das Mercês

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A marca de colchões Flex do Brasil está projetando um crescimento nas vendas de até 10% para o ano que vem, na expectativa de que o mercado, com bons sinais de recuperação, esteja mais estável. De acordo com o diretor geral da empresa, Edson Ayub, o otimismo se justifica em virtude de dois fatores basicamente.

O primeiro é a expansão do número de lojas de clientes existentes, no caso, revendedores varejistas. “Apesar de tudo, a crise econômica acaba proporcionando algumas vantagens, como o barateamento do valor do aluguel em espaços comerciais, queda no preço de imóveis, além de outras despesas que ficam menores, o que ajuda na abertura de novos estabelecimentos”, afirma.

O segundo fator para o crescimento nas vendas da companhia é a abertura de novos mercados, principalmente nos estados do Nordeste, e a correção de distribuição em cidades do interior de São Paulo, região onde a Flex ainda possui margem de crescimento.

Na avaliação do diretor geral da Flex, o mercado de colchões no Brasil chegou ao fundo do poço em 2016, com leve recuperação neste ano. Mesmo assim, a perspectiva ainda é de queda nas vendas em 2017. A marca de colchões, contudo, detentora de 2,5% do mercado de colchões em mola, irá fechar este ano com crescimento.

Estima-se que o mercado de colchões movimente cerca de R$ 7,5 bilhões no país, o que inclui os de espuma, de mola e as estruturas-base do tipo box. “Estamos falando de um setor extremamente fragmentado, com cerca de 450 fábricas das mais variadas marcas”, o que significa, complementa Ayub, que a grande maioria se constitui de micro empresas.

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A Flex do Brasil faz parte do Flex BeddingGroup, com sede na Espanha e que opera em países como Chile, Portugal, EUA, Reino Unido e Cuba. No Brasil, a marca de colchões é fabricante e detentora das marcas de colchões Aireloom, Simmons, Flex e Epeda, com produção anual de 150 mil unidades e cerca de 200 funcionários.


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