E-commerce brasileiro deve faturar R$ 39,5 bi este ano

A chave para a manutenção deste setor são os meios de pagamento, a conclusão veio do Fórum E-commerce Brasil

Publicado em 27 de agosto de 2014 | 16:30 |Por: Maria Heloisa de Miranda, equipe de conteúdo

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São Paulo (SP) sediou nesse mês o Fórum E-Commerce Brasil, um dos maiores eventos de comércio eletrônico da América Latina, e recebeu aproximadamente quatro mil profissionais do ramo em dois dias de congressos, com salão de negócios e outras atividades, no Transamérica Expo Center.

Até o final de 2014, o segmento deve faturar R$ 39,5 bilhões, o que representa um crescimento de 27% em relação ao ano de 2013, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A diretora executiva do portal E-commerce Brasil, Viviane Vilella, lembrou que o comércio eletrônico é o segundo setor da economia nacional que mais cresce depois do agronegócio.

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Para quem tem interesse nessa área de atuação, Jean Chistian Mies, vice-presidente sênior da Adyen, empresa de pagamentos multicanal avalia: “Uma estratégia de pagamentos bem definida é fundamental para que um e-commerce possa expandir e capturar novos consumidores”.

Maturação do e-commerce 

A estratégia mais adequada não se restringe só as formas de pagamento disponibilizadas no site. Tem relação com o monitoramento desse meio. Isso pode ser feito através de análises de conversão, testes e análises de taxas de aprovação de determinadas bandeiras. Além disso, é fundamental prestar atenção nas possíveis falhas, que podem causar a perda de vendas.
As empresas de e-commerce já são capazes de monitorar os níveis de serviço de bancos adquirentes, assim como as taxas de erro em transações com cartões de crédito. Isso assgura que a loja possa contatar o cliente, no caso de ocorrer uma falha no processamento de sua transação, por exemplo.

Desafios para o e-commerce no Brasil

Um fator que ainda dificulta o crescimento do setor são as limitações tecnológicas e regulatórias no mercado. “Muitos bancos e adquirentes utilizam tecnologias ultrapassadas para processar pagamentos e, portanto, não são capazes de oferecer um valor agregado em termos de funcionalidades e estabilidade às empresas de e-commerce internacionais”, avalia Jean. Isso explica o motivo de empresas de grande porte optarem por utilizar adquirentes internacionais. Para ele, a falta de uma regulamentação nos mercados emergentes impede a entrada de players internacionais com tecnologias mais avançadas.

(com informações da assessoria)


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