Colchão Zissou é levado para a Rússia para tratar lesão de Marcelo

Com tecnologia americana, o colchão cabe em uma caixa e será levado até o país da Copa especialmente para o lateral-esquerdo da seleção

Publicado em 2 de julho de 2018 | 17:55 |Por: Ricardo Heidegger

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Após a lesão em campo ocasionada por um colchão de hotel, o lateral-esquerdo da seleção brasileira, Marcelo, receberá da startup especializada em sono, Zissou, um produto específico para reparar sua condição física. Idealizado com a tecnologia americana “bed in a box”, o colchão Zissou é armazenado em uma caixa compacta retangular, o que permite seu transporte com facilidade, reduzindo custos logísticos.

Para chegar até o atleta, o engenheiro de produtos da Zissou levará o produto com o grupo “Segue o Hexa”, consistindo em nove brasileiros que estão seguindo o Brasil na Rússia por meio de um motorhome, veículo que simula uma casa ambulante. O embarque aconteceu nessa última quinta-feira (28/06), após a vitória do Brasil contra a Sérvia.

“Por causa de sua tecnologia, o colchão Zissou é embalado a vácuo e prensado com uma chapa de 60 toneladas. Depois, é submetido a uma máquina, que o enrola para caber na caixa. Graças à sua composição, este processo preserva o produto, que retorna ao seu tamanho normal em duas horas após a abertura”, explica o sócio-fundador da Zissou, Ilan Vasserman.

Pesquisa sobre a importância do sono
Conforme estudo realizado pela Zissou, 90% dos entrevistados não souberam dizer a marca e composição de seus colchões, além de não recordarem onde adquiriam seus produtos, mostrando que apesar de movimentar 25 milhões de colchões por ano, a indústria do sono não é marcante na memória dos consumidores.

“Cada indivíduo passa 1/3 da vida num colchão, e mesmo assim não se recorda de características deste bem tão importante. Fizemos workshops e pesquisas para entendermos a relação das pessoas com o sono, e pudemos perceber que, no geral, as pessoas têm menos consciência do impacto que o sono causa na saúde e no bem-estar”, detalha um dos idealizadores da empresa, Andreas Burmeister.

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A pesquisa também identificou quais as preferências que os consumidores esperam de um colchão. “Os brasileiros esperam quatro pontos de um colchão: que ele tenha um determinado nível de conforto, que dê suporte para as costas, que não esquente e não tenha movimento – ou seja, que uma pessoa deitada não sinta o impacto da movimentação da outra”, afirma o co-fundador da Zissou, Amit Eisler.

(com informações de assessoria)


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