Berlanda pretende crescer 20% em 2014

Rede varejista de móveis e eletrônicos, pretende crescer 20% em 2014, apesar de afirmar que será um ano de muita prudência nas atividades

Publicado em 5 de maio de 2014 | 14:12 |Por: Portal eMobile

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O administrador de empresas Nilso Berlanda, presidente da rede varejista Berlanda, criou a empresa em 1991 na cidade de Curitibanos (SC), ainda quando estava na faculdade. Hoje a rede, além de mais de 200 lojas, conta com uma importadora e empresas fabricantes de móveis, chegando a 2 mil colaboradores, só no varejo. Entre os planos de expansão da empresa, está criar uma loja em cada cidade catarinense.

Divulgação Berlanda

Rede Berlanda tem 2 mil colaboradores só no varejo, e atualmente tem mais de 200 lojas

Rede Berlanda tem 2 mil colaboradores só no varejo, e atualmente tem mais de 200 lojas

Móbile Lojista – Para 2014, quais as expectativas da Berlanda?
Nilso Berlanda – Este é um ano ano de cautela. Nós entendemos que existem dois momentos: a Copa do Mundo e as eleições. O primeiro pode trazer muita euforia para o varejo e ganhos, mas nós fizemos o nosso planejamento inicial focando que será um ano para olhar para si próprio, ou seja, fazer alguns deveres de casa. A Berlanda vai olhar para dentro neste ano, vai melhorar algumas lojas: climatizar e mudar as fachadas, abrir novas, mas em um projeto não tão arrojado como foi 2011 e 2012.

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O senhor fala em Berlanda, seria o grupo todo?
Berlanda – Somos uma rede com três fábricas, posto de gasolina, e empresa de importação. Quando eu falo Berlanda, eu falo no grupo todo. Porque nós sobrevivemos de compra e venda. É um ano de crescimento sim, mas não comparado aos anos de 2011 e 2012; 2014 é um ano de mais cautela. Vamos fazer com que a Berlanda não pare de crescer, mas não no mesmo ritmo que antes.

Vocês têm uma indústria de colchões, a BerFlex e outra de estofados, a Catarina?
Berlanda – Isso. Nós montamos a empresa de colchões aqui [em Curitibanos], porque é um produto que tem um valor alto de frete, o que significa de 7 a 8% do preço do produto. Não podemos ter uma marca própria, mas encontramos uma alternativa de fabricarmos a espuma e fazer parte do produto, não todo ele. Uma boa parte do que comercializamos provém desse processo. Hoje a produção está em 5 mil colchões por mês, em um turno. Nós pretendemos implantar um segundo turno e aumentar a produção, porque a demanda é de 12 a 15 mil peças por mês. Do total, 30% que vendemos são os fabricados por nós, os demais compramos de fornecedores. Também fazemos a espuma para a indústria de estofados. Essa indústria é um projeto de ressocialização, onde 120 detentos dentro de uma unidade prisional, no município vizinho de São Cristóvão do Sul, trabalham para a fábrica de estofados Catarina, que é do grupo Berlanda. Na BerFlex fazemos a espuma e encaminhamos para a Catarina. Lá eles reúnem madeira, espuma, tecidos, courino, mão de obra e transformam em estofados. São produzidos na Catarina estofados e caixas para cama box.

Confira a entrevista completa na edição 305 da revista Móbile Lojista.


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