Centro Empresarial de Bento Gonçalves inaugura dia 23 de novembro

Prédio abrigará sedes do CIC-BG, Sindmóveis e Movergs, investimento foi superior a R$ 17 milhões

Publicado em 17 de novembro de 2017 | 15:53 |Por: Érica da Costa Diniz

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O Centro Empresarial de Bento Gonçalves será inaugurado na noite de 23 de novembro, em um evento às 19h30, na Alameda Fenavinho, nº 481. O projeto do Centro da Indústria, Comércio e Serviço de Bento Gonçalves, em parceria com o Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis) e a Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), abrigará a sede de cada uma das três entidades, simbolizando a força do cooperativismo e da união em busca da consolidação de objetivos comuns, como o progresso e o desenvolvimento socioeconômico de toda a região, por exemplo.

“A concretização desse sonho é um momento muito marcante na história do CIC-BG e, de forma mais abrangente, para as entidades representativas porque mostra como o modelo do associativismo é vencedor. Essa obra sintetiza a capacidade de união das lideranças locais em busca da realização de objetivos comuns. Ao inaugurar a sede, brindamos o que os presidentes de gestões anteriores, seus diretores, colaboradores e a cidade de Bento Gonçalves fizeram para que isso acontecesse”, diz o presidente do CIC-BG, Laudir Miguel Piccoli.

Divulgação

Centro Empresarial Bento Gonçalves - Volnei Benini, Laudir Piccoli e Edson Pelicioli - Divulgação

Para empresários, o centro é resultado da união das instituições

“Todos poderão perceber quanto potencial o município tem e como sua classe empresarial é repleta de exemplos de sucesso, que procuram estar sempre à frente, fazendo cada vez mais pela coletividade. Na condição de presidente, tenho imenso orgulho de estar compartilhando esse momento com a comunidade”, comemora Piccoli.

União entre entidades

De acordo com o presidente do Sindmóveis, Edson Pelicioli, o conceito de união foi a base para o sucesso na construção do centro. “O Sindmóveis Bento Gonçalves tem uma história marcada pela união de esforços e, especialmente nesse momento de crise, a entidade reforça a importância de se congregar esforços”, diz Pelicioli.

“Uma trajetória de 40 anos como a do Sindmóveis, que consolidou esse polo moveleiro como o principal do país e de uma feira que é a maior da América Latina, a Movelsul Brasil, não pôde ser construída de outra forma, senão pela coletividade”, destaca.

Para ele, é isso o que eles conseguem demonstrar com a inauguração do Centro Empresarial de Bento Gonçalves. “É um projeto que representa os interesses de diversas entidades, otimiza recursos e cria um ambiente para o crescimento sustentável e coletivo dos setores produtivos locais”, pontua.

A entrega da nova sede é, também, demonstração de como o cooperativismo gera resultados positivos, na opinião do presidente da Movergs, Volnei Benini. “Essa é uma vitória para o segmento empresarial e que certamente vai permitir que tenhamos muitas outras conquistas em conjunto”, avalia.

O Centro Empresarial de Bento Gonçalves é um complexo de 5,2 mil metros quadrados de área construída, contando com quatro pavimentos que abrigarão área administrativa, salas e auditório para 700 pessoas, além de elevadores e garagem coberta. O investimento alocado no edifício, incluindo a aquisição do terreno onde está instalada, ultrapassa os R$ 17 milhões.

O projeto de construção da nova sede do CIC-BG foi anunciado em dezembro de 2015, quando iniciaram as obras. Além das sedes do CIC-BG, do Sindimóveis e da Movergs, o centro empresarial acolherá também Ascon, SEGH, Simplav e Sindibento que já confirmaram a aquisição de salas no imóvel.

Diferencial

O prédio, com mais de cinco mil metros quadrados será o primeiro do Brasil a ter suas manutenções monitoradas por um aplicativo desenvolvido por uma subsidiária da Construtora Poletto, responsável pela obra. O Alerta Manutenção de Obra (AMO), foi entregue junto com as chaves do empreendimento e com um manual impresso de manutenção do prédio.

Este é o primeiro produto da Bingo! Laboratório de Inovações Ltda., startup surgida na construtora em decorrência da gestão de inovação, implantada na empresa há quatro anos. “Estamos trabalhando nele há mais de um ano, fizemos todo o sistema e contratamos uma empresa para desenvolver o software”, diz o engenheiro e um dos sócios da construtora e mentores do app.

O aplicativo terá lançamento nacional no decorrer deste mês. A licença de uso do app será oferecida a construtoras e incorporadoras para que elas disponibilizem aos seus clientes. Para Poletto, o AMO tem dois grandes méritos. “Uma é a conscientização do usuário para que faça as manutenções a fim de preservar seu patrimônio, e a segunda é que a incorporadora terá uma maior segurança jurídica, não precisando assumir conserto de patologias provenientes da falta de manutenção”, observa.

 – Instituições recebem chaves do centro empresarial

O aplicativo tem mais de 200 atividades de manutenção pré-cadastradas, que podem ser editadas pela incorporadora/construtora de modo a adequá-las às características de seu prédio. “Numa manutenção de fachada, por exemplo, é informada a periodicidade que deve ser realizada a repintura, podendo a incorporadora/construtora editar a informação, alterando a forma que deve ser realizada, bem como a periodicidade mais adequada à tinta que foi utilizada. O aplicativo vai alertar quando esse prazo chegar”, explica.

Uma vez disponibilizado para o usuário (síndico, morador, proprietário, etc.), esse passa a receber alertas em seu celular, lembrando para realizar as manutenções necessárias, preservando, assim, o patrimônio e as garantias asseguradas pela construtora. A cada realização de manutenção, o usuário deve registrar no aplicativo e esta informação será recebida automaticamente pela construtora.

“Quando é entregue uma obra, a construtora fornece, também, um manual de uso e manutenção, bem como os prazos de garantia de cada sistema construtivo. Essa garantia tem validade se o proprietário usar adequadamente a edificação e fizer as manutenções previstas. Se não, pode perdê-la”, orienta Poletto.

(com informações de assessoria)


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