Boletim Focus reduz projeções para a inflação de 2017

Conforme a publicação semanal do Banco Central, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,71% para 3,64%

Publicado em 19 de junho de 2017 | 10:11 |Por: Pedro Luiz de Almeida, equipe de conteúdo

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A estimativa da inflação deste ano apresentou nova redução. De acordo com o boletim focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central do Brasil (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,71% para 3,64%. Trata-se da terceira redução seguida.

Para 2018, a estimativa inicial de 4,37% foi reduzida para 4,33%. As projeções permanecem abaixo do centro da meta de inflação, estipulada pelo governo, que é de 4,5%. Entretanto, para o mês de junho, o mercado financeiro calcula uma deflação de – 0,07%, após projetar estabilidade dos preços no relatório da semana passada.

iStock

boletim focus

Segundo dados do boletim focus, desta segunda-feira, o PIB neste ano caiu em 0,01%, ante projeção anterior

Taxa Selic
Com base nas projeções das instituições e economistas do boletim focus, a taxa Selic deverá encerrar este e o próximo ano em torno de 8,5% ao ano. Atualmente, a taxa Selic é de 10,25% ao ano. Segundo os especialistas, a Selic é um dos principais instrumentos monitoradas que influenciam a atividade econômica, sendo diretamente relacionada com a taxa de inflação.

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Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, medida que ocasiona reflexos nos preços, uma vez que os juros mais altos encarecem consideravelmente o crédito.

Por outro lado, quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo dessa forma o controle sobre a inflação.

PIB do Brasil
Para 2017, a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo País, foi reduzida de 0,41% para 0,40%. A redução do PIB também se alastrou na projeção de 2018, que passou de 2,30% para 2,20% — quarta redução consecutiva.

Com informações da Agência Brasil


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