Série Especial: características do LED na iluminação dos móveis

Marceneiro e designer precisam desenvolver em conjunto a iluminação elétrica do ambiente em consonância com a iluminação dos móveis

Publicado em 9 de junho de 2017 | 14:19 |Por: Érica da Costa Diniz

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O LED valoriza o mobiliário, pode ser combinado com diversos ambientes e cores de lâmpadas, mas uma dúvida que todo consumidor tem é em relação a segurança que o produto proporciona. Na reportagem final da série iremos abordar sobre as características do LED na iluminação dos móveis e alguns procedimentos de segurança.

A coordenadora e professora do curso de Light Design do Instituo Europeu di Design (IED), Carina Tavares, diz que tudo deve ser levado em conta antes da escolha do modelo de LED, e da cor. É necessário realizar o planejamento elétrico para saber qual será a alimentação mais adequada para o móvel e o efeito de iluminação que se deseja.

“Um bom LED dura no mínimo 50 mil horas e possui dissipador de calor. Ao comprar um com metade do tempo de vida (25 mil horas) e deixando ligado 24 horas por dia, teremos um LED para mais de dois anos. Isso evita manutenção. Porém, para ter realmente 25 mil horas de uso de LED, tem que ser um produto com garantia, elétrica bem feita (segurança) e respeitar as especificações do produto (principalmente em relação à troca de calor)”, explica a profissional.

Uso LED - Uso LED - segurança na iluminação de LED

Planejamento de elétrica é imprescindível

O gerente de produtos da Häfele Brasil, Ricardo Schartner, afirma que os produtos da Linha Loox da empresa, desenvolvida especialmente para lâmpadas LED, possuem uma vida útil de mais de 50 mil horas, “o que significa que pelos próximos 25 anos não será preciso se preocupar com a troca”.

A linha traz maior segurança para o marceneiro porque a fonte de energia já vai devidamente isolada. “Os produtos da Loox possuem o exclusivo sistema ‘Plugue e Ligue’, no qual os componentes modulares podem ser facilmente substituídos, sem a necessidade de ferramentas ou conhecimentos técnicos específicos.

Além da segurança, o produto não interfere na estética do mobiliário ou ambiente, permitindo que o marceneiro e o designer de interiores criem projetos sem ter essa preocupação. “Com design discreto, estas soluções integram-se totalmente aos móveis, não deixando fios ou fontes de alimentação aparentes. Assim, as áreas de trabalho e convivência podem ser iluminadas com propósitos funcionais, decorativos ou de destaque, sempre com muita elegância”, conta Schartner.

A profissional do Instituto comenta que a durabilidade do LED é maior, porém, os componentes não são tão duráveis. Além disso, ela sugere evitar o LED em forma de lâmpada e que adquira o sistema LED (luminárias + LED + dissipador + driver e outros componentes). “Como tudo em LED está mudando diariamente, falar em substituição de algum produto LED é bastante complexo. Assim como outras fontes, se queimar uma lâmpada de um conjunto delas, deveriam ser trocadas todas. Como há depreciação de fluxo ou intensidade luminosa, uma ficaria mais forte do que a outra”, diz.

A troca de sistema LED, envolve não só a questão da depreciação, mas também o modelo da luminária. “Essa é uma desvantagem do LED. Produto bom é caro. E ainda não há uma substituição, como se troca uma lâmpada, por exemplo”.

Série Especial LED nos projetos de marcenaria
– 06/06: Iluminação valoriza o mobiliário
– 07/06: Planejamento da aplicação do LED no móvel
– 08/06: Efeitos do LED na cor da madeira
– 09/06: Características do LED na iluminação dos móveis


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