Stanley explica diferenças entre tupias

Marca de ferramentas manuais explica diferenças entre os tipos de tupias, bastante utilizadas nas marcenarias

Publicado em 9 de dezembro de 2015 | 9:40 |Por: Thiago Rodrigo Pereira da Silva

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Tradicional marca do ramo de ferramentas manuais, a Stanley apresenta ao mercado um portfólio completo de ferramentas elétricas e à bateria para se consolidar no mercado brasileiro, com novidades para o setor moveleiro. Entre furadeiras, parafusadeiras, marteletes, serras, esmerilhadeiras, retificadeiras, lixadeiras, politrizes, esmeris, plainas, pistolas de calor e sopradores, estão as tupias, máquinas bastante utilizadas no universo da marcenaria.

Para o marceneiro adquirir a tupia certa para os processos realizados na marcenaria, é preciso ter uma noção correta do que são e de como funcionam, sendo ferramentas que giram em altíssima velocidade e têm fresas cortantes como acessórios. Antes, o instrutor de treinamentos técnicos da Stanley, Rodrigo Oliveira, explica algumas divergências por conta da denominação correta dos tipos de tupia do mercado.

Divulgação Stanley

Tupia Stanley

Tupia eletrônica de colunas permite maior precisão no controle de profundidade das operações

Segundo ele, todas as tupias são elétricas, podendo ser:
– Tupias elétricas de laminado
– Tupias elétricas ou eletrônicas de coluna
– Tupias elétricas estacionárias (essas últimas menos comuns)

“Ou seja, não existem tupias manuais. O que acontece é que algumas marcas, por conveniência de mercado, usam esse nome para se referir, na maioria dos casos, a alguns modelos de tupias de laminado, que são muito parecidos com os modelos chamados por elas de elétricos”, explica.

Tecnicamente, as tupias “manuais” são mais compactas, voltadas para o uso com fresas de borda, essas que possuem rolamentos. E a aplicação das tupias elétricas de laminado se dá principalmente em laminação de bordas, para fazer o nivelamento de laminados de alta pressão junto à face lateral das madeiras. “Essas tupias também podem ser utilizadas com fresas paralelas, porém esse trabalho fica mais estável quando se usa as tupias elétricas de coluna”, diz Oliveira.

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Em relação à produtividade, as tupias de laminado são mais versáteis nos trabalhos de laminação, em que as fresas são de diâmetro menor. “Já as tupias de coluna são mais versáteis em operações de abertura de sulcos e também em trabalhos de bordas com fresas de grande diâmetro”, afirma o instrutor da Stanley.

De coluna e de laminado

A diferença básica entre as tupias de coluna,  que além de elétricas, são eletrônicas, e as demais tupias são que, o primeiro modelo possui controle gradual de velocidade, fazendo com que o motor, quando estiver em rotações mais baixas, consiga manter o torque sem risco de entrar em sobrecarga e vir a queimar. As tupias eletrônicas de coluna também possuem microrregulagens que permitem maior precisão no controle de profundidade nas operações, assim como ajustes que podem ser predeterminados para agilizar operações com profundidades diferenciadas.

Divulgação Stanley

Tupia Stanley

A tupia eletrônica de colunas de 1200 w é própria para trabalhos com móveis planejados, artesanatos e com madeira em construções

Com mais aparatos eletrônicos, inevitavelmente, as tupias de coluna são mais caras que as tupias de laminado, sejam as de coluna eletrônicas ou as apenas elétricas. “O fato é que cada uma delas tem sua função específica, portanto não é muito correto fazer uma comparação entre tupias de laminado e as de coluna, pois é admissível que um profissional tenha de ter os dois modelos para poder ter eficiência necessária em trabalhos distintos”, ressalta Rodrigo Oliveira. Ou seja, qualquer uma das tupias conseguirá fazer o trabalho da outra, mas não com a mesma eficiência e ergonomia.

Mercado
A Stanley oferece ao mercado dois modelos de tupias eletrônicas de coluna, um de 220 v e outro de 127 v. Ambos têm motor com 1200 w de potência e velocidade variável de até 27 mil RPM. Além disso, possuem empunhadura ergonômica, botão lock-on para uso contínuo, base protetora acrílica e controle de profundidade com três níveis e microajuste.

A empresa está reposicionando suas marcas no Brasil. Enquanto os produtos da Dewalt focarão no uso industrial e a Black+Decker, no uso residencial, a Stanley chega para atender profissionais que compram em lojas especializadas e utilizam os equipamentos todos os dias, como marceneiros, carpinteiros, serralheiros, mecânicos e empreiteiros. “São ferramentas com dois anos de garantia, de excelente qualidade e custo-benefício, que, em poucos meses, já vêm ganhando muito espaço dentro do mercado”, explica Cesar Messano, gerente de Marketing da Black+Decker e da Stanley Ferramentas Elétricas.


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