Singapura terá escola de marcenaria

Primeira escola de marcenaria em Singapura busca solucionar problemas da indústria moveleira local

Publicado em 15 de novembro de 2014 | 9:41 |Por: Jorge Mariano

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Divulgação SFIC

singapura

Escola busca fortalecer profissão no país

O instituto do Conselho das Indústrias Moveleira de Singapura (SFIC), o Congresso Nacional de Sindicatos, o Instituto do Emprego e Empregabilidade (e2i) e a Agência do Desenvolvimento do Trabalho de Singapura anunciaram a abertura de uma nova escola de marcenaria. O local, que conta com aprovação da Politécnica do Oeste Australiano (PWA), foi desenvolvido para treinar e capacitar artesãos locais para a indústria moveleira do país. Localizado em Yishun, no Norte do país, o centro conta com duas salas de aula e uma marcenaria totalmente equipada.

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O campus faz parte do Programa de Aprendizado Criativo de Artesãos, iniciado em fevereiro deste ano. Lá, os alunos passam por um curso de seis meses de duração com foco em melhorar suas habilidades e preencher a lacuna de profissionais na área em Singapura. Ao completarem o programa, os participantes recebem certificados que validam as habilidades adquiridas e permitem o trabalho envolvendo operação de máquinas e equipamentos.

“A maioria dos marceneiros em de Singapura são estrangeiros e muito dos mestres estão próximos da idade de aposentadoria”, explicou o presidente do SFIC, Neo Sia Meng. “Singapura sogre com a falta de profissionais habilidosos e a situação tornou-se desafiadora devido a falta de locais de ensino da profissão. Ao proporcionar essas oportunidades, esperamos apresentar aos mais jovens a arte da marcenaria e injetar novas ideias e perspectivas à indústria local”, completou.

De acordo com o CEO do e2i, o programa veio ao encontro das necessidades locais. “Estamos entusiasmados para ver a primeira leva de artesãos adquirirem melhores habilidades e possibilidades de empregos. Com a abertura do primeiro centro de ensino de carpintaria em Singapura, empresas podem esperar mais programas dedicados a esse tipo de atividade e os trabalhadores podem se beneficiar com melhor ensino e melhores professores.”


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