Simovale discute jovem aprendiz e negociação coletiva

O evento foi conduzido pelo presidente Osni Verona, e contou com a presença do vice-presidente regional da Fiesc, Waldemar Antonio Schmitz

Publicado em 14 de dezembro de 2017 | 16:56 |Por: Ricardo Heidegger

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A preocupação com a profissionalização do jovem aprendiz para atuar nas áreas da industria moveleira, e a negociação do acordo coletivo de trabalho, foram alguns dos temas discutidos nesta semana, na assembleia geral do Sindicato da Indústria Madeireira e Moveleira do Vale do Uruguai (Simovale) e da Associação dos Madeireiros e Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc). O evento foi conduzido pelo presidente Osni Verona, e contou com a presença do vice-presidente regional da Fiesc, Waldemar Antonio Schmitz, além de empresários associados.

Divulgação MB Comunicação

Assembléia Simovale

O vice-presidente regional da Fiesc, Waldemar Antonio, Schmitz sugeriu a aplicação de um levantamento regional para identificar as necessidades de aprendizagem industrial

O assessor jurídico Luis Scapin, do escritório jurídico G&S advogados, destacou a necessidade de formar parcerias para fortalecer e profissionalizar os jovens que estão aptos para atuar como menor aprendiz.

Já Schmitz, sugeriu a aplicação de um levantamento regional para identificar as necessidades de aprendizagem industrial. Reforçou a importância dos sindicatos e das empresas focarem na educação e exemplificou com os resultados obtidos no programa “Novos Caminhos” que capacita adolescentes. “Precisamos investir nos jovens com inovação diante das novas profissões que surgirão” comenta o vice-presidente.

Sobre o pagamento facultativo da contribuição sindical estabelecida com a nova reforma da legislação trabalhista, o dirigente destacou ser necessário demonstrar os benefícios de uma entidade de classe. Schmitz também destacou como ponto positivo a diminuição do número de reclamatórias na Justiça do Trabalho.

Previsão Orçamentária 2018

Na reunião, foi discutida a previsão orçamentária para o ano de 2018, e o valor da Contribuição Assistencial Patronal para o biênio 2018/2019, a ser recolhida pelas empresas associadas em face da negociação coletiva de trabalho.

O presidente da Amoesc/Simovale, Osni Veron,a demonstrou a intenção de realizar reuniões descentralizadas para contemplar o maior número de empresários. Ele destacou a necessidade de maior utilização do centro moveleiro criado em 2007, e que têm mais de 400 m² de área para atender a demanda de treinamentos, com supervisão e equipamentos adequados. “É a oportunidade para os empresários profissionalizarem seus colaboradores diante do déficit na qualificação de mão de obra do setor em Chapecó e na região”, comenta o presidente.

– Em outubro, setor moveleiro registra alta de 10% na produção

A campanha de criação de selo para as empresas associadas foi outro tema em pauta na assembléia. A intenção conforme explica o associado e diretor da Sonetto Móveis, Ilseo Rafaeli, é ser um diferencial para os móveis produzidos em Chapecó e no Oeste Catarinense, na intenção de consolidar o polo moveleiro a nível de Estado.

(com informações de assessoria)


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