Setor moveleiro do oeste catarinense prevê crescimento em 2018

Presidente do Simovale, sindicato do polo moveleiro do oeste catarinense, se mostra otimista com a crescente do setor

Publicado em 17 de janeiro de 2018 | 16:43 |Por: Ricardo Heidegger

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O setor moveleiro vem apresentando claros sinais de recuperação, mesmo em tempos de crise econômica e política no Brasil, prevendo assim uma crescente constante para 2018. Sendo um dos setores que mais sofreu com o decesso da economia, o crescimento recente do mercado mobiliário dá um ar de tranquilidade para os profissionais da área, que agora podem retomar seus projetos de investimento. Além dos sinais de melhoria no país, o estado de Santa Catarina vem sendo um dos mais beneficiados.

O presidente do Sindicato da Indústria Madeireira e Moveleira do Vale do Uruguai (Simovale), Osni Verona, estima um ano melhor. “Vejo o setor moveleiro com expectativas de melhora entre 5 a 6% em relação a 2017. No período de dificuldades pequenas e médias, empresas fecharam as portas. De lá para cá, houve muito investimento para se manter no mercado e o empresário está cauteloso sem deixar de visualizar um crescimento e melhores perspectivas a partir de 2019 e 2020”, afirma.

Divulgação MB Comunicação

Setor Moveleiro

O presidente do Simovale, Osni Verona, estima um ano melhor com o setor moveleiro melhorando de 5 a 6% em relação a 2017

Já o empresário da Sonetto Móveis de Chapecó, Ilseo Rafaeli, também se mostra otimista e espera um crescimento em torno de 25% na empresa que é especializada na fabricação de salas de jantar em série.

“Minha expectativa é muito positiva. Teremos um ano excepcional. Acreditamos na recuperação da economia que afetou todos os setores desde 2014 e fará a roda girar gradativamente”, avalia o profissional que atende todo território nacional.

O empresário destaca que o último trimestre do ano de 2017 já apresentava sinais para um cenário mais positivo para o setor moveleiro e avalia como contribuição a Reforma Trabalhista.

“Espero que possam ocorrer outras reformas como a previdenciária e a fiscal, além de uma reestruturação para permitir os ajustes necessários. Isso contribuirá na credibilidade do país e no aumento da confiança por parte do empresariado e do consumidor. Com isso, acredito que vamos voltar a respirar”, diz.

– Indústria brasileira tem desafio de qualificar profissionais até 2020

Rafaeli também cita a melhora no mercado internacional e diz que sobreviverão à crise as empresas que souberam se reinventar e compreender o perfil do consumidor. “Ele tem buscado produtos mais sofisticados, especialmente na relação custo e benefício não somente um móvel que seja de utilidade, mas também que seja decorativo e atenda seus desejos e expectativas”, finaliza.

Perfil do consumidor 

O consumidor que está inserido dentro do setor moveleiro e que busca novidades no mobiliária e complementos, está cada vez mais exigente. Por isso, a inovação deve ser a opção diferencial para a busca de melhores resultados. “Também está atento a qualidade, aos prazos e garantias do produto”, indica Rafaeli. O empresário da KK Móveis de Nova Erechim, Geraldo Knakiewiicz, segue a mesma perspectiva. “O ano iniciou com o mercado mais aquecido. Nossa perspectiva é aumentarmos 30% a produção. Será um ano de desafios e oportunidades,” afirma o profissional.

(com informações de assessoria)


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