Produção do setor moveleiro cresce 2,6% em setembro

Indústria moveleira continua mostrando crescimento geral, mas prossegue com a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016

Publicado em 1 de novembro de 2017 | 17:46 |Por: Ricardo Heidegger

Share on FacebookShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

A produção do setor moveleiro registrou um crescimento de 2,6% no mês de setembro em relação ao mesmo período do ano passado, levando em consideração os ajustes sazonais. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF),  divulgada hoje (1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento diz respeito ao âmbito da produção por seções e atividades industriais. Já em comparação a agosto deste ano, a produção dentro do setor moveleiro aumentou 0,2%.

Shutterstock

setor moveleiro

O segmento de bens de consumo duráveis (16,2%) apresentou a décima primeira taxa positiva consecutiva

Em relação à variação percentual acumulada no ano, levando como base o mesmo período do ano anterior, a produção do setor moveleiro apresentou resultado positivo de 1,6%. No que diz respeito à variação percentual acumulada nos últimos 12 meses, a indústria moveleira também apresentou crescimento, de 0,4%.

Em setembro de 2017, a produção industrial nacional também mostrou acréscimo de 0,2%, frente ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal. Os índices do setor industrial foram positivos, tanto para o fechamento do terceiro trimestre de 2017 (3,1%), como para o acumulado dos nove meses do ano (1,6%), ambas as comparações contra iguais períodos do ano anterior.

Indústria geral

Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o total da indústria apontou crescimento de 2,6% em setembro de 2017, após também registrar taxas positivas em maio (4,4%), junho (0,8%) e julho (2,8%) e agosto (3,9%).

No índice acumulado em 2017, o setor industrial assinalou acréscimo de 1,6%. A taxa acumulada nos últimos doze meses teve variação positiva de 0,4%, seu primeiro resultado positivo desde maio de 2014 (0,3%), prosseguindo com a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016 (-9,7%).

Categorias

Bens de consumo duráveis (16,2%) e bens de capital (5,7%) assinalaram os avanços mais acentuados entre as grandes categorias econômicas. Bens de consumo semi e não-duráveis (0,1%) e bens intermediários (1,9%) também mostraram taxas positivas.

–  Abimóvel participa de Audiência Pública sobre a Desoneração da Folha

O segmento de bens de consumo duráveis (16,2%) apresentou a décima primeira taxa positiva consecutiva, mas ligeiramente menos elevada do que a observada em agosto último (18,6%). Nesse mês, o setor foi particularmente impulsionado pelo crescimento na fabricação de automóveis (26,4%).

Vale citar também as expansões assinaladas pelos grupamentos de eletrodomésticos da “linha marrom” (19,3%) e de móveis (2,3%), além da produção de eletrodomésticos da “linha branca” (10,9%), que aumentou e saiu do número nulo que havia apresentado no último mês.


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

eMobile

Acompanhe o emobile nas redes sociais

Linkedin
Facebook