Produção da indústria moveleira cresce 17,8% em relação a outubro de 2016

Em outubro de 2017, a produção industrial nacional teve acréscimo frente a setembro, na série com ajuste sazonal, sendo o segundo resultado positivo seguido

Publicado em 5 de dezembro de 2017 | 15:33 |Por: Ricardo Heidegger

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A produção da indústria moveleira registrou crescimento de 0,2% em julho em relação ao mês de junho, levando em consideração o ajuste sazonal. Os dados foram levantados pela Pesquisa Industrial Mensal da Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação ao mês de outubro de 2016, a produção dentro da indústria moveleira aumentou 5,3%.

De setembro para outubro, 15 dos 24 ramos industriais apontaram crescimento. Entre os setores, as principais influências positivas foram produtos farmoquímicos e farmacêuticos (20,3%) e bebidas (4,8%), com ambos revertendo os resultados negativos registrados no mês anterior: -19,7% e -0,7%, respectivamente. Vale citar também as expansões assinaladas por eletrodomésticos da “linha branca” (5,9%), móveis (11,5%), outros eletrodomésticos (6,6%) e motocicletas (10,2%).

Indústria geral
Em outubro de 2017, a produção industrial nacional mostrou aumento de 0,2% frente ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal. Este foi o segundo resultado positivo seguido, acumulando ganho de 0,6% em dois meses. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com outubro de 2016, a indústria cresceu 5,3%, sexta taxa positiva consecutiva e a mais elevada desde abril de 2013 (9,8%). Assim, o acumulado do ano teve alta de 1,9%. Já o acumulado nos últimos doze meses avançou 1,5%. Foi o segundo resultado positivo consecutivo e o mais elevado desde março de 2014 (2,1%).

Categorias
Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de consumo semi e não-duráveis, ao crescer 2,0%, apontou a expansão mais acentuada em outubro de 2017 e interrompeu dois meses consecutivos de queda na produção, período em que acumulou redução de 2,8%.

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O segmento de bens de capital (1,1%) também cresceu e manteve o comportamento positivo iniciado em abril, período em que acumulou alta de 11,6%. Já os setores de bens de consumo duráveis (-2,0%) e de bens intermediários (-0,8%) recuaram em outubro de 2017, com o primeiro interrompendo três meses consecutivos de alta, período em que acumulou ganho de 9,7%; e o segundo eliminando o avanço de 0,7% assinalado no mês anterior.


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