Especialistas comentam sobre estilo de vida dos consumidores e NR-12

Durante à tarde, 8° Congresso Nacional Moveleiro trouxe palestras sobre estilos de vida e as novas regras da NR-12 para o setor moveleiro

Publicado em 22 de setembro de 2017 | 16:34 |Por: Gabriela de Lara

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A designer e arquiteta Katalin Stammer foi a responsável por mediar o painel ‘Estilo de vida e a influência do usuário para o mercado’, e como convidados recebeu o paisagista e diretor da Jardim Cor Paisagismo e Jardinagem, Raul CÁnovas, e o  psicólogo e diretor da Pensare Desenvolvimento de pessoas, Celso Garcia. Juntos, debateram as tendências que impactam sobre o estilo de vida dos consumidores.

Gabiela de Lara

Estilo de vida dos consumidores

Katalin frisa que as pessoas precisam ter relação de afeto com o lar

Katalin iniciou a conversa abordando a questão da diminuição dos imóveis e em que fatores essas mudanças interferem, já que as pessoas possuem muitas relações afetivas com os ambientes. Essa nova relação entre o usuário e o lar é uma das principais tendências do estilo de vida dos consumidores que deve impactar o mercado.

Garcia comentou sobre as relações de consumo do ser humano, e em como o desapego é um fator importante para adaptar-se aos novos espaços reduzidos. “A casa é um espaço pra se sentir seguro e esse espaço deve ser construído não pensando só no mobiliário mas também no emocional”, completou.

O fator emocional transforma casas em lares, pois um ambiente agradável para o cliente transmite segurança e reflete sua identidade. “Quando nós olharmos nos olhos do cliente há nesse momento uma espécie de cumplicidade. Quando o cliente nos procura ele quer algo além do que ele pode comprar em qualquer loja, ele está querendo um cúmplice pro seu sonho, alguém que caminhe junto”, assinala Canovas.

NR–12
As adequações fabris de acordo com a NR-12, assim como a importância da preocupação com a saúde do trabalhador e cumprimento das normas trabalhistas foram foco do painel “Aspectos relevantes das novas regras da NR-12 para o setor moveleiro no olhar da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Paraná”, penúltimo evento do primeiro dia de Congresso.

A explanação dos assuntos ficaram por conta auditores-fiscais do trabalho Eduardo Guilherme Reiner e Gustavo Franco Simon, com mediação do gerente do Senai de Arapongas (PR), Nilson Violato.  “Estima-se que, hoje, a previdência deixe de arrecadar em torno de 80 bilhões de reais, por conta das irregularidades trabalhistas. Então, nós temos um trabalho pontual de fiscalizar, contudo o número de auditores é muito inferior do que o necessário”, comentou Reiner.

Já Gustavo Simon, que abordou algumas das adequações necessárias para que máquinas e equipamentos fiquem de acordo com a NR-12, assim como itens importantes da norma foi categórico ao dizer que “é impossível se negociar a saúde e segurança de um terceiro [funcionário]”. Ele destacou que, no setor moveleiro, serras e zonas de transmissão de forças lideram a lista de acidentes de trabalho.


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