Sérgio Dalla Costa analisa mercado de móveis para escritório

O diferencial competitivo está na oferta atrativa do valor das peças, algo possível graças à redução de custos das empresas

Publicado em 11 de Janeiro de 2016 | 10:15 |Por: Pedro Luiz de Almeida

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Cada “fatia” do mercado de móveis é carregada de características próprias e para analisar o panorama brasileiro do segmento, o vice-presidente móveis para escritório da Abimóvel, Sérgio Dalla Costa, nos dá algumas informações.

“O setor moveleiro, historicamente migra as suas atividades conforme há superofertas em determinada linha, o que temos atualmente é um mercado mais consolidado, onde as empresas, na sua maioria já definiram o seu foco de atuação. Para o setor de móveis para escritórios, o fator determinante na competitividade está deixando de ser o produto em si, e sim, o preço do mesmo”, observa Costa.

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Pixabay

Móveis para escritório

Fase de corte de gastos faz com que as empresas optem por produtos mais baratos.

A crise econômica e a grande oferta de produtos, segundo ele, são os responsáveis por este cenário. A saída para os fabricantes têm sido buscar meios de baixar custos, priorizando mais pelo preço da peça do que pelo design em si.

A chave, é conciliar um produto de qualidade, que atenta os padrões estipulados e ao mesmo tempo, tenha um valor competitivo, pois em meio a crise, as empresas, que são os clientes deste ramo, estão cada vez mais reduzindo custos.

Para o ano que se inicia, Sérgio Dalla Costa alerta: “Os números para 2016 não devem ser diferentes de 2015, mas isso não significa que as empresas não devam procuram se atualizar, conhecer tendências de mercado e inovar”. Quanto a concorrência estrangeira, em especial de móveis oriundos de mercados asiáticos, ele observa que a alta do dólar tem dificultado um pouco as transações internacionais, o que acaba sendo benéfico para a indústria interna.

Dados:
Segundo a última pesquisa setorial divulgada pelo IEMI – Inteligência de mercado, que tem como base o ano de 2014, o Brasil possuía cerca de 2,4 mil indústrias especializadas em desenvolver móveis para escritório. O volume de peças produzidas no ano, foi de 83,5 milhões, resultando num salto comercial de US$5,2 bilhões. Os dados de 2015, ainda não foram divulgados.

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