Marketing e comunicação: aposte nas redes sociais

Abrir uma página no Facebook é considerado obrigatório para as empresas, afinal, 95% dos usuários de redes sociais estão neste ambiente

Publicado em 18 de maio de 2014 | 17:06 |Por: Renata Bossle

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redes sociais

“São poucas as marcenarias com um site bem estruturado e uma presença forte nas redes sociais. Assim, é fácil sair na frente dos concorrentes”, Kim Kopycki

Imagine uma empresa que faturou US$ 7,87 bilhões em 2013, com lucro líquido de US$ 1,5 bilhão. Pense que ela tem valor de mercado de US$ 151 bilhões, 47 escritórios em 23 países e mantém 6.337 funcionários. Essa empresa está mais próxima do que você pode imaginar e, somados, seus clientes ficam 640 milhões de minutos por mês em contato com seu principal produto. Já faz muito tempo que o Facebook deixou de ser uma brincadeira adolescente e passou a representar negócios lucrativos – e as marcenarias podem se beneficiar disso.

De acordo com o diretor-presidente da WBI Brasil, Paulo Kendzerski, o momento de começar a investir nas redes sociais já passou, então, é preciso recuperar o tempo perdido. “Quando surge uma rede social, as empresas devem começar a utilizar, criando experiência nesse ambiente desde o início. Quando elas entram muito tarde, têm dificuldade em se inserirem junto ao público”, analisa.

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Por sua vez, o diretor da Psiu Comunicação, Kim Kopycki, alerta que o empresário não deve fazer nenhuma estratégia se não tiver como mensurar o impacto nas vendas. “O mais importante é ter um site da marcenaria. É a partir dessa ferramenta que o marceneiro vai conseguir mostrar os móveis que está fazendo”, aconselha.

Divulgação Facebook

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Para quem tem dúvidas sobre por onde começar, Kendzerski cita o Facebook. “Ele atinge em torno de 95% dos usuários das redes sociais. Então, é obrigatório.” Kopycki concorda e enumera as possibilidades: “O marceneiro consegue ganhar relevância ao colocar uma foto de como está sendo feito o móvel, o antes e depois, a confecção e o móvel pronto em um ambiente personalizado.”

Confira essa reportagem completa na edição 84 da revista Móbile Sob Medida.


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