Dicas para a escolha da coladeira ideal

As fitas das bordas precisam ser bem fixadas, com acabamento e preservando a peça. Para tanto, é necessário critério para escolher a coladeira

Publicado em 15 de maio de 2014 | 14:02 |Por: Jorge Mariano

Share on FacebookShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Além do apelo estético, um acabamento bem feito garante qualidade e longevidade a um móvel. No caso das fitas de borda, não é diferente. Esse material precisa ser aplicado cuidadosamente para que não haja sobras e não comprometa o resultado final da peça. “Se o empresário quer uma qualidade final excelente, sem a necessidade de intervenções manuais por funcionários, deve adquirir uma máquina com a composição correta de grupos e com estrutura e produção confiáveis”, diz o gerente comercial da Homag, Marlon Beghetto.

Divulgação Maclinea

Maclinea CBN 50T

Maclinea CBN 50T
• Espessura do painel (min – máx): 10 – 45 mm
• Espessura da fita (min – máx): 0,4 – 1 mm
• Velocidade de avanço: 35 m/min

Outro fator importante é o valor agregado, resultado, entre outras coisas, de um acabamento realizado com qualidade. É imprescindível que a escolha da máquina atenda às necessidades de finalização da empresa, visto que a aplicação de fitas de borda é uma das últimas etapas do processo. Ou seja, dependendo do tipo de borda escolhida, a maneira como é colada e os detalhes finais executados pela máquina, o produto pode ter finalidades comerciais distintas.

Leia mais:
Indústria: confira as novidades para marceneiros
Lançamentos para marcenarias em destaque
Opinião: A importância de treinar e qualificar

Divulgação Biesse

Biesse Stream B1

Biesse Stream B1

Por se tratarem de máquinas bastante personalizáveis, é preciso que haja um estudo antes de adquirir uma coladeira de bordas a fim de detectar quais grupos farão parte do equipamento, como explica o gerente comercial da Maclinea, Alberto Luparia. “As coladeiras têm composições diversas conforme a necessidade do cliente e o tipo de trabalho necessário. Algumas empresas oferecem composições padronizadas que atendem necessidades comuns. Para os mesmos tipos de trabalho, como destopo, por exemplo, existem diferentes soluções de acordo com as empresas fabricantes das máquinas.”

Assim como os grupos necessários, as peças que serão trabalhadas na coladeira e o tipo de acabamento desejado também devem ser levados em conta, como salienta o supervisor de pós-vendas do Grupo Razi, Junio Motta. “O profissional deve ficar atento à qualidade do acabamento, altura das peças trabalhadas, produtividade, se trabalhará peças retas ou curvas, tecnologia, segurança e baixo índice de manutenção.” Parte disso é garantido pela construção do equipamento. “A estrutura e robustez da máquina também são itens importantes a serem avaliados”, revela a gerente comercial da Seven Máquinas, Stéfany Morais.

Confira essa reportagem completa na edição 260 da revista Móbile Fornecedores.


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

eMobile