Selo FSC garante legalidade de produtos feitos em madeira

Identificação é a ligação confiável entre a produção e consumo responsáveis de produtos florestais

Publicado em 13 de Janeiro de 2017 | 10:00 |Por: Phaenna Assumpção

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Muita gente talvez não se dê conta, mas nossas casas estão cheias de produtos que vêm da floresta, como porta, batente, piso, mesas, cadeiras, a moldura do quadro, a cama, os móveis. Cada escolha desse tipo ajuda no combate ou contribui para o desmatamento. Diversas pesquisas demonstram que quando usada em interiores, a madeira é percebida como calorosa, relaxante, confortável e acolhedora. Para completar, esta matéria-prima tem boa capacidade de isolamento acústico e as melhores propriedades de isolamento térmico: cinco vezes melhor do que o do concreto, dez vezes melhor do que o tijolo e 350 vezes melhor do que o aço.

Cadeira e poltrona de madeira Cumaru ideais para áreas externas, da Butzke

Cadeira e poltrona de madeira Cumaru ideais para áreas externas, da Butzke

Porém, substituí-la não é uma atitude sustentável, muito pelo contrário. É preciso comprar para valorizar, mas é fundamental se preocupar com a origem do produto. Usá-la de forma consciente, portanto, faz bem para sua casa e para o meio ambiente. O selo FSC identifica produtos originados do bom manejo florestal.

“Significa que eles cumprem todas as leis, não usam trabalho escravo ou infantil, respeitam comunidades tradicionais, cuidam do solo e da água e levam em consideração o ciclo natural da floresta, entre outras coisas”, explica a diretora executiva do FSC Brasil, Aline Tristão.

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Tem madeira de todos os tipos, para todos os gostos e usos. O Cedro e o Feijó são mais fáceis de serem trabalhados; já Cumaru, Ipê e Jatobá são altamente resistentes a cupins e muito usadas em assoalhos. Teca e Itaúba, como são antiderrapantes e aguentam bem as variações climáticas, são utilizadas em deques de piscina. Por fim, variando a técnica, a madeira pode ir do rústico ao contemporâneo sem perder a beleza. “Proteger as florestas tem que fazer parte do nosso dia a dia, inclusive na hora de fazer compras e decorar a casa”, completa Aline.

(com informações da assessoria)

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