Linhas de financiamento estimulam empresas de móveis a ousar

Identificar o momento ideal para passos maiores é o “x” da questão, assinalam fontes consultadas pela Móbile Fornecedores

Publicado em 10 de maio de 2014 | 14:25 |Por: Joana Castro, equipe Conteúdo

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Elton Hubne

PSI Bens de Capital e PSI Inovação são linhas de crédito que contemplam máquinas e equipamentos

PSI Bens de Capital e PSI Inovação são linhas de crédito que contemplam máquinas e equipamentos

“O mercado de móveis tem sido muito competitivo, com os clientes buscando produtos mais baratos, mas com qualidade superior. Com a elevada carga tributária e o peso dos encargos sociais, gerar um índice de lucratividade adequado e a rentabilidade desejada é um desafio muito grande atualmente”.

As palavras do diretor-executivo da Pisconti & Kato, consultoria de desenvolvimento empresarial de Curitiba (PR), Jerry Kato, sintetizam a incerteza que ronda o industrial do setor moveleiro no momento de se decidir por tomar empréstimos para investir em seu empreendimento – seja renovando ou ampliando seu parque de máquinas e equipamentos, seja expandindo suas instalações, por exemplo. A questão que fica, portanto, é: qual o melhor momento para ousar e investir?

Kato sugere que as empresas realizem um cuidadoso estudo de viabilidade financeira do investimento, levando em consideração a real possibilidade de crescimento da empresa, o qual venha a justificar uma expansão. O consultor orienta que, nessa análise, o fabricante seja conservador e realista quanto ao mercado; procure linhas de financiamentos com juros baixos e faça parte do investimento com capital próprio.

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O melhor momento para se investir varia de empresa para empresa, na avaliação do gerente da plataforma empresarial na superintendência da Caixa Econômica Federal do norte do Paraná, Luiz Gastão Pinto Júnior. Mas, segundo ele, uma coisa é certa: “a empresa tem de utilizar linhas de longo prazo”.

Gastão também avalia que, hoje em dia, realmente vale a pena investir, apesar das dificuldades apontadas por Kato. “Com o avanço da tecnologia, há equipamentos [no mercado] que vão lhe trazer produtividade. E se estamos falando de produtividade, automaticamente estamos falando de resultado da empresa, de rentabilidade”, diz.

Confira essa reportagem completa na edição 260 da revista Móbile Fornecedores.


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