Iemi aponta crescimento para o setor moveleiro em 2017

O emprego no setor moveleiro, em maio de 2017, cresceu 2,3% sobre abril e já acumula um crescimento de 3,9% frente a dezembro de 2016

Publicado em 17 de julho de 2017 | 17:54 |Por: Pedro Luiz de Almeida

Share on FacebookShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

De acordo com dados recentes divulgados pelo Iemi – Inteligência de Mercado, o consumo aparente de móveis e colchões, destinados ao varejo, chegou a 423,8 milhões de peças em 2016, com recuo de 7,7% em relação a 2015. Entretanto, para 2017 o cenário para o setor moveleiro deve encerrar mais otimista. A produção deverá apresentar crescimento de 2,1% em volume de peças e 5% em valores em reais. Já o consumo aparente tende a crescer 2,1% em volume de peças.

“Em um momento em que o setor moveleiro tem grandes desafios e oportunidades pela frente, conhecer a fundo, as informações e o desempenho da indústria, do varejo e os hábitos de consumo do consumidor e a sua relação com as marcas, canais de compra e produtos são essenciais para fabricantes e varejistas”, explica o diretor do Iemi, Marcelo Prado.

Divulgação

setor moveleiro

No varejo de móveis e colchões, estimativas são positivas e o dormitório é destaque

Do montante de móveis e colchões disponíveis para o consumo no Brasil (424 milhões de peças), aproximadamente 89% destinam-se à comercialização no varejo, totalizando por volta de 375 milhões de peças, entre as quais se incluem os móveis residenciais, o home office e os para escritório.

Os 11% restantes dos móveis, ou cerca de 49 milhões de peças, são comercializados por meio de outros canais de venda (corporativos, licitações, atacadistas, etc).

Para 2017, o varejo do setor moveleiro deverá apresentar alta de 2,6% em volume de peças e 5,5% em valores em reais, ou seja, em 2017 o varejo de móveis e colchões deverá movimentar aproximadamente 385 milhões de peças, correspondente a R$ 81,3 bilhões.

Divulgação

setor moveleiro

Mais de 60% dos consumidores de móveis pesquisam na Internet antes de realizar a compra

A pesquisa do Iemi destinada a entender o comportamento de compra do consumidor de móveis mostra que mais da metade (63,6%) dos consumidores brasileiros pesquisam na Internet antes de realizar uma compra. A maioria deles (71,2%) o fez para conhecer o preço do produto.

Após a pesquisa na Internet, 69,9% foram a uma loja física para conhecer melhor e experimentar o produto antes da compra. Mesmo assim, ao final deste processo, apenas 18,0% optaram por comprar em uma loja virtual, enquanto que a maioria dos consumidores acabou optando por comprar na loja física (80,2%) e 1,8% indicaram outros canais.

Isto demonstra o crescimento das consultas prévias à Internet em relação aos dados da pesquisa sobre o mesmo tema, realizada em 2014, com 1.035 consumidores. Na época, a porcentagem dos que pesquisaram na Internet antes da compra foi de 52,5% e os que compraram em loja virtual foi somente 11,3%, sendo que 88,7% deles compraram em lojas físicas de móveis, revendedores, feiras e marcenarias.

Divulgação

setor moveleiro

Mudanças de imóvel é a principal motivação para a compra de um colchão

Já em relação ao comportamento de compra de colchões, observa-se que entre os diferentes momentos de vida dos consumidores, na ocasião da última compra, a maioria (28,6%) alegou a mudança para um imóvel maior. Os que alegaram a mudança para morar sozinho somaram 8,5%; e 3,2% foram motivados pela mudança para um imóvel menor.

Somados, observa-se que 43% das motivações de compra do produto estão relacionadas à mudança ou reforma de um imóvel. Já 18,7% dos consumidores justificaram a substituição do colchão por conta do desgaste ou envelhecimento do produto, redecorando o quarto por conta dos filhos, entre outros.

(Com informações de assessoria)


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

eMobile

Acompanhe o emobile nas redes sociais

Linkedin
Facebook