Fita de borda: mais que um detalhe

Muito mais que um detalhe, as fitas de bordas seguem as características dos padrões, mas também se destacam por outros diferenciais

Publicado em 9 de julho de 2014 | 9:05 |Por: Thiago Rodrigo Pereira da Silva

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A primeira função das fitas de borda é, de fato, conferir acabamento ao móvel, evitar que o miolo da madeira esteja à vista. No entanto, diante de um mercado cada vez mais exigente e competitivo, os fabricantes investem no desenvolvimento de fitas que possibilitem ao industrial moveleiro aproveitar o item como um elemento que agrega valor ao artigo de mobiliário.

Divulgação Rehau

Fita de borda Rehau

Fita de borda propiciam acabamento, mas também diferencial ao móvel

São fabricadas em PVC (policloreto de vinila), ABS (acrilonitrila butadieno estireno), PP (polipropileno), PS (poliestireno), PET (tereftalato de polietileno), todas termoplásticas, além de melamina (papel) e lâminas de madeira. A diferença entre os tipos de fita de borda termoplástica deve-se ao tipo do polímero utilizado na sua composição. A fita de borda mais comum na marcenaria é a de PVC. É recorrente haver confusão entre PVC e ABS quando a espessura é acima de 1 mm.

Em especial na edição 57 da RG Indústria & Marcenaria, o leitor pode conferir mais características e informações sobre este material, bem como tendências e soluções que empresas como Proadec, Rehau, CPI/Tegus, Formica®, Max Italia, Artecola e Lopar destacam.

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As fornecedoras de fitas de borda informam que procuram atuar em parceria com as fabricantes de painéis em BP. Entretanto, devido à frequência acelerada com que novos padrões e texturas de painéis chegam ao mercado, momentaneamente pode haver escassez de fitas compatíveis a esses lançamentos. Por outro lado, pode-se ter certeza de que o mercado oferece ao moveleiro opções com os mais variados desenhos, brilhos e texturas.

Confira essa reportagem completa na edição 57 da revista RG Móvel Indústria e Marcenaria.


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