Fimma pretende ser espaço de conhecimento

Além das novidades do setor, Fimma pretende ampliar espaço para discussões e disseminação de conhecimento e informação

Publicado em 31 de agosto de 2015 | 12:08 |Por: Jorge Mariano

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Em visita à Revista Móbile/Alternativa Editorial, o presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), Ivo Cansan, falou dos rumos do setor e do futuro da Fimma, que já tem a próxima edição confirmada para 2017.

Jorge Mariano/Revista Móbile

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Carlos Bessa, Anderson Possamai, Ivo Cansan e Valcidio Perotti, durante visita da Fimma Brasil à Revista Móbile/Alternativa Editorial

De acordo com o presidente, a feira deve adotar novos moldes. Muito mais do que apresentar soluções em tecnologia para o empresariado moveleiro, os organizadores do evento estão buscando maneiras de engajar o público e unir todos os elos da cadeia. Parte disso deve-se ao sucesso dos eventos paralelos organizados na edição deste ano, como as palestras sobre marcenaria e design. “Percebemos que o público gosta desse tipo de participação. Além disso, é uma maneira de levar mais conhecimento e informação para quem está envolvido”, comentou.

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Para o presidente, a ideia de levar conhecimento ao público segue a linha de raciocínio do desenvolvimento industrial. Iniciativas como a Indústria 4.0, por exemplo, dependem não apenas de tecnologia de ponta, mas de mão de obra especializada e compartilhamento de informação. “Com informação e conhecimento certos, conseguimos chegar no objetivo que desejamos.”

Economia

Jorge Mariano/Revista Móbile

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Anderson Cardoso Possamai, assessor comercial da Fimma Brasil e Ivo Cansan, presidente da Movergs

Cansan falou também do momento delicado para a economia e empresas do setor. Bastante otimista, ele disse que analisar esse momento seja, talvez, a primeira oportunidade de visualizar o que é direito e o que é dever, mas pondera que é preciso pensar corretamente na causa dos problemas pois podem “não ser responsabilidade do momento econômico”, analisou.

Segundo ele, atualmente os ciclos econômicos são mais dinâmicos e é preciso que as empresas estejam atentas a esses fatores ao mesmo tempo que acompanhem as mudanças no cenário do País. A Fimma, disse, sempre foi realizada em momentos de mudança estadual e federal, o que possibilita que o evento torne-se um espaço de discussão mais bem pensado. “Política no Brasil vem antes de economia. É preciso pensar nas transformações econômicas e sociais, e também nos fatores responsáveis por cada uma delas”, afirmou.


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