Estudo do Csil traz dados da Europa Ocidental

De acordo com organização, Oeste Europeu ainda responde por parcela importante na produção mundial de móveis

Publicado em 19 de dezembro de 2014 | 15:20 |Por: Jorge Mariano

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Com cerca de 414 milhões de habitantes, o Oeste Europeu corresponde por 40% das importações mundiais de móveis e aproximadamente 30% das exportações. Os dados são de um estudo realizado pelo Centro para Estudos Industriais (Csil).

Divulgação Csil

Gráfico mostra evolução das exportações de móveis do Oeste Europeu

Gráfico mostra evolução das exportações de móveis do Oeste Europeu

O estudo mostra que, nos últimos anos, o mercado moveleiro europeu passou por dificuldades geradas pela diminuição de renda da população, baixa no comércio, diminuição da atividade de construção civil, instabilidade econômica e a percepção geral da economia europeia, que vinha em patamares negativos. Apesar desses fatores, sinais de recuperação já aparecem.

O Csil estima que o mercado moveleiro da Europa Ocidental está avaliado próximo a €71 bilhões. Ainda assim, os níveis anteriores a crise ainda não foram alcançados. Os quatro principais mercados são: Alemanha, França, Reino Unido e Itália. Juntos, respondem por 2/3 do total. A Espanha fica para trás na conta.

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Números de 2013 colocam a região como segunda maior produtora de móveis do mundo, responsável por 18% do total. Foram €63 bilhões em produção, alcançados por 85 mil fabricantes. Para o Csil, os números ainda são distantes da época antes da crise e devem se estabilizar na casa dos 15% a 20%.

Uma saída buscada pelos fabricantes europeus é a força na exportação. Cerca de 45% do produção da Europa Ocidental é vendida para fora de seus países de origem, sejam em países da própria Europa ou de outros continentes. Os dados das exportações da região em 2013 ficam divididos assim: 67% é comercializado entre os países da região (número menor em relação a 2012); 12% vai para países de outras regiões da Europa; 8% para África e Oriente Médio; 6% para América do Norte; 1% para Américas do Sul e Central.

Há tendências de crescimento nas exportações para novos destitos no Oriente Médio, África, Ásia e Américas Central e do Sul, mas ainda com limitações. Já as exportações para a América do Norte parecem recuperar posições após anos de declínio desde 2010.

Divulgação CSIL

De acordo com estudo, apesar do declínio, região ainda tem participação relevante no mercado mundial

De acordo com estudo, apesar do declínio, região ainda tem participação relevante no mercado mundial

(com informações do Csil)


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