Financiamento de capital de giro pode ser a solução

Muitas empresas têm problemas com capital de giro e buscar um financiamento pode ser uma solução, confira as dicas

Publicado em 24 de maio de 2014 | 14:06 |Por: Jorge Mariano

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Financiamento para capital de giro pode ajudar nos lucros

Financiamento para capital de giro pode ajudar nos lucros

A busca por capital de giro geralmente é feita em duas situações: ou quando a empresa está bem estruturada e necessita do dinheiro para alavancar o crescimento ou quando está enfrentando dificuldades com o caixa. É o que explica a analista técnica do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Beatriz de Carvalho. A administradora e especialista em finanças acumula 38 anos de experiência e garante que são mais raros os casos em que uma empresa busca financiamento para crescer.

O capital de giro de uma empresa é a soma dos recursos financeiros aplicados no caixa, bancos, estoques e valores a receber de clientes. Normalmente, é influenciado pelo volume de vendas, compras, custo das vendas e, principalmente, pelos prazos médios de estocagem, recebimento das vendas a prazo e pagamento de compras. Como o próprio nome explica, é o dinheiro necessário para fazer a empresa “girar”, ou seja, dar conta de arcar com todas as despesas.

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Geralmente, a busca por esse tipo de financiamento acontece quando a empresa está em um momento difícil. De acordo com Beatriz, existem dois casos. “O mais comum é quando é preciso apagar um incêndio”, diz. Do outro lado, estão empresas bem estruturadas em um momento de crescimento e que têm necessidade de alavancar essa arrancada. Segundo a analista, com um financiamento para capital de giro realizado de maneira correta, é possível dar um empurrão considerável nos lucros.

Como se preparar

Mesmo quem precisa de uma ajuda para segurar as pontas, necessita planejar e conversar. Um plano de negócios – documento que deve ser compilado antes da abertura da empresa – é imprescindível para definir objetivos, diminuir riscos e incertezas. “A falta de planejamento é comum em micro e pequenas empresas”, esclarece Beatriz.

Se, mesmo com um plano bem estabelecido, a situação ficar difícil, o empresário precisa ter em mente exatamente o que precisa para que uma nova dívida não torne a situação ainda pior. O empreendedor deve responder as seguintes perguntas: Quanto é necessário? Como serão pagas as parcelas? Qual a taxa de juros adequada? De onde vai sair o dinheiro dos pagamentos? Além disso, é necessário reunir as informações sobre a empresa, como contrato social, faturamento, setor de atuação e balanço.

Confira essa reportagem completa na edição 84 da revista Móbile Sob Medida.


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