Cimol Móveis participa de mostra de móveis em Cuba

Empresa encerra hoje participação em Cuba de mostra de produtos junto com cinco empresas do polo moveleiro capixaba

Publicado em 28 de outubro de 2016 | 16:20 |Por: Thiago Rodrigo Pereira da Silva

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Divulgação Cimol

Cimol Móveis

Cimol Móveis aposta na exportação contra a queda no consumo de móveis no Brasil

Para tentar driblar a crise e manter os investimentos a Cimol Móveis, no mercado moveleiro há 25 anos, busca alternativas de bons negócios fora do país. Desde quarta-feira até hoje (28) a empresa participa em Cuba mostra de produtos em conjunto com mais cinco empresas do polo moveleiro capixaba.

O gerente-comercial da Cimol Móveis, Vitor Guidini, aponta que o setor moveleiro continua enfrentando grandes dificuldades, reflexo da grave crise econômica que o Brasil em atravessando. Por isso, aponta como necessária a busca por novos mercados.

“Não podemos parar diante de um momento difícil, muito pelo contrário, agora sim é hora de arregaçar as mangas e buscar novas alternativas. O mercado cubano, com a reabertura econômica que vem acontecendo no país, tem se mostrado um mercado promissor, com possíveis parceiros que possuem muitos pontos de venda no país em questão”, explica o gerente.

Guidini disse ainda que além de Cuba a Cimol vem buscando parcerias com países da América do Sul e Central. “Nossa linha de produtos se adéqua a esses países, precisando talvez de poucas alterações. Sem contar na questão logística que é muito favorável para os possíveis importadores. A Cimol sem dúvida é um grande atrativo”, saliente o empresário. Para mostra em Cuba a fabricante levou produtos de linha como camas, mesas e cadeiras.

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Divulgação Cimol

Móvel Show 2016

Mesas e cadeiras estão entre os produtos que Cimol pretende colocar no mercado cubano

Linhares é o sexto maior polo moveleiro do país. De acordo com informações do Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário de Linhares e Região Norte do ES (Sindimol), o setor já demitiu cerca de 10% de sua mão de obra, consequência da queda na vendas. De acordo com dados do relatório Brasil Móveis 2016, o número de pessoal ocupado diminuiu de 4.327 em 2014 para 3.770 em 2015.

O polo moveleiro possui 55 indústrias, 13% do Estado do Espírito Santo, que possui 434 fábricas de móveis. A produção em 2015, ainda segundo dados do Brasil Móveis 2016, somou 10,7 milhões de peças. O valor dessa produção foi de R$ 978,5 milhões, 1,6% do total produzido pelo Brasil. As exportações, por sua vez, alcançaram US$ 7 milhões.


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