Artecola Química é case de internacionalização

Na sexta colocação no Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras, a Artecola Química foi destaque no maior encontro da indústria química do Brasil

Publicado em 13 de dezembro de 2016 | 9:00 |Por: Phaenna Assumpção

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Alberto-Murayama

O presidente executivo, Eduardo Kunst na ENAIQ 2016

O presidente executivo, Eduardo Kunst na ENAIQ 2016

A internacionalização na indústria química brasileira ainda é um território com grandes oportunidades a serem conquistadas. Essa foi a mensagem deixada pelo Presidente Executivo das Empresas Artecola, Eduardo Kunst, no 21º Encontro Anual da Indústria Química (ENAIQ 2016), realizado no começo do mês de dezembro, no WTC Events Center, em São Paulo (SP).

Apresentando o case de internacionalização da Artecola Química – hoje a sexta empresa mais internacionalizada do Brasil, conforme ranking da Fundação Dom Cabral – Kunst destacou os ganhos de mercado e as possibilidades de crescimento sustentável que a atuação internacional proporciona, quando bem planejada.

Integrando a programação do Enaiq 2016, o painel “Cenário da Indústria Química no Mundo e o Comércio Internacional” abriu as abordagens sobre o tema, com a participação do ministro de Relações Exteriores, José Serra, e do presidente mundial da Basf, Kurt Bock. Na sequência, foi apresentado o debate “A Indústria Química que Queremos Ter”, com a presença do presidente da Petrobras, Pedro Parente, do presidente da Braskem, Fernando Musa, e de Eduardo Kunst.

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O Presidente Executivo ressaltou que o processo de internacionalização vivido pela Artecola Química foi cuidadosamente planejado em 1997, com perspectiva para 2010. Em 13 anos, a empresa alcançou as metas definidas com diversas aquisições no exterior, além de implantação de centros de distribuição e unidades industriais próprias.

“Foi uma caminhada que uniu crescimento orgânico com momentos de grande ousadia, como a aquisição de três empresas de uma só vez, em 2007. Hoje com o planejamento já orientado para 2025, operações em sete países e atuação mundial, verificamos o acerto dessa estratégia, que nos proporcionou crescimento em inovação e mercados, além de capacidade para fugir da turbulência econômica de um só país, equilibrando a gestão financeira entre as operações”, enumerou.

Kunst lembrou que o Ranking das Multinacionais da Fundação Dom Cabral (FDC) divulgado em novembro mostra apenas duas empresas do setor químico entre as 10 mais internacionalizadas do Brasil. “Outro dado que chama a atenção é que apenas 10% das 64 empresas do ranking são indústrias químicas, ou seja, há todo um universo de oportunidades a ser desbravado se as empresas brasileiras olharem com mais atenção para o mercado internacional.”

O presidente executivo ainda finalizou. “A internacionalização de uma empresa não deve ser feita em um momento de crise. Ela precisa ser estruturada nos momentos de estabilidade, para que no momento de crise em um país a empresa esteja operando com resultados positivos em diversos mercados”.

O 21º ENAIQ, principal evento de setor no Brasil e um dos mais importantes na América Latina, foi promovido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).

Ranking das multinacionais
A Artecola Química segue em linha de ascensão no Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras. O estudo recém divulgado mostra a empresa na sexta posição, uma acima da conquistada em 2015. Em 2014, foi a nona colocada e, em 2013, a 16ª.

A companhia sediada em Campo Bom (RS) também é a segunda no ranking entre as empresas com receita de até R$ 1 bilhão ao ano. Foram consultadas 64 organizações, sendo 50 multinacionais brasileiras e 14 empresas que atuam por meio de franquias. O índice leva em consideração os dados de ativos, receitas e funcionários das multinacionais no exterior em relação ao total.

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