AkzoNobel: sempre em busca da sustentabilidade

Empresa com matriz em Amsterdam, na Holanda, AkzoNobel se movimenta para reduzir impacto ambiental das tintas por meio de investimentos regulares em pesquisa, desenvolvimento e inovação

Publicado em 12 de julho de 2014 | 10:00 |Por: Thiago Rodrigo Pereira da Silva

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O impacto no meio ambiente que produtos químicos como tintas e vernizes apresentam tem sido diminuído ao longo dos anos com várias ações das empresas deste segmento. Soluções ecoeficientes que promovam maior rendimento e menor consumo de energia, tempo e agressão ao meio ambiente e à saúde são extremamente necessários. A fabricante de tintas e revestimentos AkzoNobel, com operações em mais de 80 países, trabalha constantemente para diminuir esse efeito.

Divulgação AkzoNobel

AkzoNobel

A empresa tem como meta a redução da emissão de carbono de 25% a 30% por tonelada de produto em 2020, com base no ano de 2012

O desenvolvimento de produtos base água e a utilização de matérias-primas renováveis são requisitos para atuação em muitos mercados. “As políticas normativas visam estabelecer critérios e conceder diretrizes. Em sua maioria, ditam tendências e geram investimentos e, em alguns casos, elas favorecem o crescimento”, diz a gerente geral de acabamentos e adesivos para madeiras, Elaine Guedes.

Segundo a gerente, a legislação brasileira, assim como entidades de classe e sindicatos patronais, estabelecem critérios e normas que contribuem para que o cliente e o consumidor compare o desempenho das tintas e vernizes disponíveis no mercado. Para AkzoNobel, esta tendência é bastante positiva, uma vez que já segue padrões internacionais de qualidade, sustentabilidade e SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente).

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“Clientes e mercados do setor moveleiro exportador também são direcionados por normas e padrões internacionais, que impulsionaram a adesão de padrões semelhantes para o mercado local como, por exemplo, normas brasileiras de isenção de metais pesados para móveis infantis e brinquedos educativos”, explica Elaine.

Divulgação AkzoNobel

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A previsão da AkzoNobel é de que as soluções que ofereçam benefícios ao meio ambiente responderão por 20% das receitas da companhia em 2020

Processos
Para acompanhar estes processos são necessários constantes investimentos em pesquisa e desenvolvimento, os quais a empresa está habituada. Recentemente, a empresa inaugurou o Laboratório Central de Análise e Síntese de Resinas, com foco em fontes renováveis, em Mauá (SP).

“O laboratório atenderá às áreas de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) de todas as nove unidades de negócios no Brasil e focar nos quatro segmentos estratégicos da companhia quanto ao usuário final: construções e infraestrutura, transportes, bens de consumo e indústria”, destaca Elaine Guedes.

Além de atender aos clientes, a AkzoNobel espera que esse laboratório possa impulsionar novas pesquisas em torno de matérias-primas renováveis, contribuindo para a estratégia de desenvolver produtos sustentáveis. Entre as inovações recentes da companhia, estão tintas livres de chumbo e metais pesados, a prioridade de produtos base água ao invés de base solvente, com baixa emissão de compostos orgânicos voláteis (responsáveis por causar alergias respiratórias) e com propriedades bactericidas e antifúngicas, que são algumas das mudanças realizadas nos últimos cinco anos.


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