Abimaq inicia ano com perspectivas positivas de investimento

Mostrando otimismo, o presidente do conselho de administração da entidade, João Marchesan, avalia o desempenho do setor nos últimos doze meses

Publicado em 18 de Janeiro de 2018 | 17:04 |Por: Ricardo Heidegger

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Apresentando quedas em seu faturamento nos últimos quatro anos, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), inicia seus trabalhos com boas expectativas de crescimento para 2018. Segundo a entidade, as diversas reformas implementadas pelo governo no ano passado para tentar recuperar a economia do país deram tímidos resultados, mas são algumas das iniciativas que despertaram interesse de investidores.

Divulgação Abimaq

Presidente da Abimaq

O presidente do conselho de administração da Abimaq, João Carlos Marchesan, se mostra otimista e com boas perspectivas de aumento no investimento do setor

O presidente do conselho de administração da Abimaq, João Carlos Marchesan, se mostra otimista e revela que números confiáveis mostram que o pior da crise já passou e que há boas perspectivas de aumento no investimento. “A economia do país está melhorando, a inflação controlada e a taxa de juros finalmente começou a ceder. Entendemos que demorou muito para baixar os juros no Brasil, mas agora sim ele começa a cair de uma forma real”, comenta.

Por outro lado, o executivo alerta sobre possíveis obstáculos que precisam ser revistos para, assim, facilitarem os futuros negócios de empresários. “Ainda temos o problema do ‘spread’ bancário e também de financiamento. Precisamos de recursos que sejam compatíveis com o retorno das empresas”, aponta.

Quanto ao desempenho do setor de máquinas e equipamentos, Marchesan revela alta no número de aquisições em 2017. “O otimismo vem porque depois de quatro anos de queda do consumo aparente de máquinas do Brasil e no faturamento do nosso setor, abriu-se uma grande demanda para o investimento”, afirma.

O presidente também reforça que a indústria brasileira está atrasada e precisa investir para obter ganhos de produtividade, concorrer no mercado internacional e nacional e com isso demandar novas máquinas e equipamentos.

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Segundo ele, é esperado para 2018 que o atual e próximo governo escolham o crescimento econômico como prioridade para ajudar no ajuste fiscal. “Isto pressupõe fazer com que o setor bancário volte a financiar investimentos, produção e consumo com crédito abundante e juros decentes, além de uma política cambial que reduza a volatilidade da taxa de cambio mantendo-a num patamar que possibilite à indústria brasileira competir aqui e lá fora”.

Ainda segundo o profissional da Abimaq, a entidade continuará encorajando empresas e profissionais neste ano com atitude, positividade, protagonismo e otimismo, para levar as demandas que os próximos doze meses trará. “Vamos enfrentar 2018 com galhardia, porque, quem sabe faz na hora, não espera acontecer”, finaliza.

(com informações de assessoria)


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