Associação Brasileira da Indústria de Colchões pede adiamento no recolhimento de impostos

Abicol pede adiamento no recolhimento de impostos por conta da greve dos caminhoneiros

Associação Brasileira da Indústria de Colchões diz, em nota, estar preocupada com não pagamento de salários em junho pelos efeitos da greve dos caminhoneiros

Publicado em 1 de junho de 2018 | 10:59 |Por: Thiago Rodrigo Pereira da Silva

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A Associação Brasileira da Indústria de Colchões (Abicol), anunciou ontem em comunicado do presidente da entidade, Alexandre Prates Pereira, um pedido de adiamento no recolhimento de impostos federais, estaduais e municipais com receio do não pagamento de salários em junho pelos efeitos da greve dos caminhoneiros.

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Assim, a entidade pede adiamento por um período mínimo de um mês na quitação dos impostos citados, além da prorrogação da validade das notas fiscais que estão retidas nos caminhões impedidos de circular por conta da referida paralisação. Confira o anúncio feito pela associação na íntegra.

Pedido de adiamento no recolhimento de impostos federais, estaduais e municipais

A Associação Brasileira da Indústria de Colchões (Abicol), unindo forças com as demais entidades ligadas às atividades industriais e comerciais que estão muito preocupadas com a possibilidade de não pagamento dos salários em junho e de colapso na produção nacional, em virtude da interrupção do fluxo de mercadorias neste período de paralisação dos caminhoneiros, pede adiamento, por um período mínimo de um mês, na quitação de impostos federais, estaduais e municipais, além de prorrogação da validade das notas fiscais que estão retidas nos caminhões impedidos de circular por conta da referida paralisação.

A grande maioria das indústrias do setor colchoeiro está com o seu parque fabril parado há uma semana, cuja normalidade, estima-se, não será reestabelecida em menos de oito dias. Com seu faturamento interrompido, a capacidade de pagamento de tais empresas para honrar seus compromissos está dramática e irreversivelmente comprometida.

Segundo dados do Caged, em todo território nacional há cerca de duzentas empresas cuja atividade principal é a fabricação de colchões, juntas, empregam diretamente mais de vinte e dois mil trabalhadores. A Abicol espera que os governantes das esferas Federal, Estadual e Municipal compreendam e façam cumprir tais medidas que são imprescindíveis e emergenciais, sob pena de uma crise econômica e social sem precedentes na história do Brasil.


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