Como inovar em quartos infantis

Escritório Maganhoto & Casagrande aponta o que está fazendo sucesso no espaço dos pequenos

Publicado em 2 de outubro de 2015 | 13:52 |Por: Júlia Magalhães

 

Júlia Magalhães/Revista Móbile

Quartos Infantis

O arquiteto Luiz Maganhoto e o designer Daniel Casagrande

Confortável, lúdico e funcional. Estas são algumas das características a se pensar ao projetar quartos infantis. A premissa é que o ambiente acompanhe o desenvolvimento da criança. Portanto, já não é tão usual fazer espaços temáticos, onde a vida útil da decoração fica restrita a uma pequena margem de tempo. O ideal é apostar em uma base neutra e trocar apenas os objetos decorativos para transformar o ambiente.

Pensando nisso, o arquiteto Luiz Maganhoto e o designer Daniel Casagrande apostam em projetos diferenciados, inspirados no pensamento de eternizar o espaço. E revelam que este é o principal conceito: a permanência do estilo por diversas fases da vida. Algo atemporal e com identidade. “Costumamos deixar a decoração mais clean para que este cômodo, em pouco tempo, passe a ser um cômodo infanto-juvenil”, explica Maganhoto.

Leia mais:
Cuidados ao vender móveis infantis
Artefacto: curadoria do mix precisa ser inteligente
Móbile Decore: design e criatividade

Vale lembrar
Rendas: seu uso na guarnição de cama dos bebês traz sofisticação aos quartos infantis;
Palha natural: tratada e com diversas nuances em suas cores, combinada com a laca, resina ou pátina, realça os traços do mobiliário;
Fonte: Luiz Maganhoto e Daniel Casagrande

Nas cores, existem inúmeros tecidos à disposição no mercado. “Comumente escolhemos um tecido principal, aquele que regerá a combinação dos composês – que vai desde a guarnição dos berços, passando pelas paredes e revestimentos de cúpulas de iluminação”, revela Maganhoto. “O mais usado é, sem dúvida, o Toile de Jouy, que são tecidos com fundo branco e delicados desenhos coloridos de atividades rurais e florais.”

Os clássicos azul e rosa pastel sempre fazem parte da paleta dos projetos. Mas, segundo Casagrande, hoje é possível compor com tons antes não vistos nos quartos infantis: “Cores mais fortes podem ser usadas em nichos, detalhes de gavetas, portas e até mesmo em alguns tecidos. Amarelo caterpilar, toques de vermelho e azul profundo fazem parte das mais audaciosas”, comenta.

Para reger o projeto, Casagrande explica que existem oito estilos em alta: provençal, romântico, alegre, clássico, contemporâneo, country, esportivo e retro. “Cada um com sua composição de cores, temas e objetos.”


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

eMobile